Lembra daquele post de julho, em que eu reclamei da entrega da revista Mundo dos Super Heróis, da editora Europa, feita de maneira completamente desleixada por um carteiro dos Correios? Resumindo, das oito revistas que recebo na minha casa mensalmente, sete são entregues de maneira cuidadosa na minha caixa de correio, enquanto que apenas uma, a Mundo dos Super Heróis, é simplesmente jogada de qualquer jeito na garagem, o que normalmente provoca estragos na revista. E esta era a única revista entregue pelos Correios, as outras todas eram entregues pela distribuidora.
Isso mesmo, era, porque a última +macmais (assim mesmo, em minúsculas), da editora Digerati, também foi entregue pelo mesmo funcionário público. No mês passado, juntamente com o post, eu registrei reclamações na editora e nos Correios. Ambos prometeram tomar providências para resolver o problema, e pediram-me que tornasse a entrar em contato caso se repetisse.
É o que pretendo fazer, novamente, reiterando que essa briga já dura meses. Embora eu duvide que o carteiro, do alto do seu posto de funcionário público, vá se preocupar em um dia atender minha solicitação. A verdade é que os Correios são uma empresa enorme, com uma carteira repleta de clientes em serviços de entregas de encomendas e documentos. Se não bastasse isto, ainda tem o monopólio nos serviços postais, que, mesmo não tendo o volume de entregas que já teve no passado, ainda é capaz de sustentar toda a estrutura da empresa. Por que se preocupar com um mísero nerd enjoado, não é?
E o carteiro responsável pela entrega, cheio de orgulho por ter sido aprovado em um concorrido concurso público, com certeza não dá a mínima para as minhas reclamações. Foi antológica a vez em que ele entregou minha Mundo dos Super Heróis dobrada em quatro! Mesmo sabendo que o regime de contratação dos Correios é a CLT, ele não tem receio de continuar atendendo mal a um cliente, já que não corre riscos de sofrer uma punição mais grave, como a demissão.
Minha esperança é que as editoras dêem atenção à minha solicitação e encontrem uma solução, mesmo que seja delegando a entrega da minha revista para outra empresa. Ou ainda, quem sabe, chegando ao extremo de encerrar o contrato com os Correios. Afinal, suponho, eu não devo ser o único cliente insatisfeito com a entrega.
Aguarde mais novidades nos próximos episódios!
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
Reviews Novos 52: Flash #1
A satisfação de abrir a primeira revista mensal brasileira do velocista escarlate foi maior ainda ao perceber que esta edição foi impressa em papel couchê, e sem aumento no preço de capa. Ponto para a Panini, pelo cuidado com uma edição que vai rapidamente virar um item raro de colecionador.
Não esqueça, se você perdeu os outros reviews, encontre todos aqui. Vamos às histórias:
Flash: Francis Manapul é um artista incrível, dono de um traço leve, algo caricato e belíssimo. O Flash dele é uma obra de arte, como se cada página pudesse ser emoldurada e exposta numa galeria. A página com o Barry andando pelo apartamento ficou especialmente interessante. E, surpresa, ele também é um escritor competente. A história envolve e diverte, com ótimos diálogos. Vale a pena companhar? Sem dúvida!
Arqueiro Verde - Uma Vida de Privilégios: daí você termina de ler a história do Flash, e ainda empolgado começa a ler a do Arqueiro Verde. E é como pisar em falso e descer uns três degraus de uma vez. A história é monótona, os diálogos são forçados, os vilões são horríveis, e o Arqueiro é chato que dói. Nem os desenhos do Jurgens, que normalmente me agradam, salvam-se. Pena, é um personagem tão interessante. Vale a pena acompanhar? Só porque vem junto com o Flash, senão…
Exterminador - De Volta às Origens: como um vilão casca-grossa, o Exterminador é um personagem que chama atenção. Sem ambições de dominar o mundo, um mercenário praticamente infalível e com problemas familiares. Mas daí a estrelar série própria, não gostei da ideia. A história é mediana, tem seus pontos positivos, além dos negativos. A arte é um dos últimos. Vale a pena acompanhar? Por enquanto.
Próximo review: A Sombra do Batman #1.
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Não esqueça, se você perdeu os outros reviews, encontre todos aqui. Vamos às histórias:
Flash: Francis Manapul é um artista incrível, dono de um traço leve, algo caricato e belíssimo. O Flash dele é uma obra de arte, como se cada página pudesse ser emoldurada e exposta numa galeria. A página com o Barry andando pelo apartamento ficou especialmente interessante. E, surpresa, ele também é um escritor competente. A história envolve e diverte, com ótimos diálogos. Vale a pena companhar? Sem dúvida!
Arqueiro Verde - Uma Vida de Privilégios: daí você termina de ler a história do Flash, e ainda empolgado começa a ler a do Arqueiro Verde. E é como pisar em falso e descer uns três degraus de uma vez. A história é monótona, os diálogos são forçados, os vilões são horríveis, e o Arqueiro é chato que dói. Nem os desenhos do Jurgens, que normalmente me agradam, salvam-se. Pena, é um personagem tão interessante. Vale a pena acompanhar? Só porque vem junto com o Flash, senão…
Exterminador - De Volta às Origens: como um vilão casca-grossa, o Exterminador é um personagem que chama atenção. Sem ambições de dominar o mundo, um mercenário praticamente infalível e com problemas familiares. Mas daí a estrelar série própria, não gostei da ideia. A história é mediana, tem seus pontos positivos, além dos negativos. A arte é um dos últimos. Vale a pena acompanhar? Por enquanto.
Próximo review: A Sombra do Batman #1.
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segunda-feira, 9 de julho de 2012
Reviews Novos 52: Batman #1
Chegou a vez do review de Batman #1. Tanto as bat-séries quanto as séries relacionadas ao Lanterna Verde têm o mesmo problema: sofreram um reboot “light”, pois mantiveram a maior parte da cronologia recente dos personagens. Embora algumas séries estivessem em boa fase, como é o caso das três histórias desta revista, o problema é que a pessoa que nunca leu, ou está voltando depois de muitos anos sem acompanhar quadrinhos, vai ficar perdida, e aí perde-se também o sentido do reboot.
Falando em perder, se você não viu os posts anteriores, veja aqui o da Liga da Justiça #1 e Universo DC #1. Vamos lá:
Batman - Truque com Facas: a história tem uma boa dose de ação e mistério, e introduz uma saga de muito sucesso nos EUA, da Corte das Corujas. Aliás, esta série do Batman é a mais vendida da DC atualmente. A arte do Greg Capullo é perfeita para o clima da história, embora ainda lembre muito Spawn. Vale a pena acompanhar? Com certeza!
Batman: uma perseguição de tirar o fôlego do morcegão ao seu maior inimigo, o Coringa, com várias demonstrações da louca violência do Palhaço do Crime. A leitura é leve e rápida, mas com uma reviravolta interessante no final, que dá vontade de ler o próximo capítulo pra ver onde vai dar. A arte acompanha o bom ritmo da história, embora eu ache que Tony Daniel é melhor escritor do que desenhista. Vale a pena acompanhar? Enquanto a série mantiver o nível, sim, pois aparentemente ele vai cair.
Batman - Terrores da Noite: muita conversa e pouca ação também podem resultar numa boa história do Batman. Bruce Wayne apresenta seu plano para revitalizar a economia de Gotham City, e é questionado sobre seu envolvimento com o Batman. Parece interessante. No final, mais uma das fugas em massa do Asilo Arkham revela a nova versão de um tradicional inimigo. A arte de David Finch está excelente, ele realmente parece ter nascido para desenhar o morcego, mas isso já era evidente na época em que ele fazia o Cavaleiro da Lua. Vale a pena acompanhar? Sim!
O próximo review é da inédita revista do Flash.
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Falando em perder, se você não viu os posts anteriores, veja aqui o da Liga da Justiça #1 e Universo DC #1. Vamos lá:
Batman - Truque com Facas: a história tem uma boa dose de ação e mistério, e introduz uma saga de muito sucesso nos EUA, da Corte das Corujas. Aliás, esta série do Batman é a mais vendida da DC atualmente. A arte do Greg Capullo é perfeita para o clima da história, embora ainda lembre muito Spawn. Vale a pena acompanhar? Com certeza!
Batman: uma perseguição de tirar o fôlego do morcegão ao seu maior inimigo, o Coringa, com várias demonstrações da louca violência do Palhaço do Crime. A leitura é leve e rápida, mas com uma reviravolta interessante no final, que dá vontade de ler o próximo capítulo pra ver onde vai dar. A arte acompanha o bom ritmo da história, embora eu ache que Tony Daniel é melhor escritor do que desenhista. Vale a pena acompanhar? Enquanto a série mantiver o nível, sim, pois aparentemente ele vai cair.
Batman - Terrores da Noite: muita conversa e pouca ação também podem resultar numa boa história do Batman. Bruce Wayne apresenta seu plano para revitalizar a economia de Gotham City, e é questionado sobre seu envolvimento com o Batman. Parece interessante. No final, mais uma das fugas em massa do Asilo Arkham revela a nova versão de um tradicional inimigo. A arte de David Finch está excelente, ele realmente parece ter nascido para desenhar o morcego, mas isso já era evidente na época em que ele fazia o Cavaleiro da Lua. Vale a pena acompanhar? Sim!
O próximo review é da inédita revista do Flash.
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quinta-feira, 5 de julho de 2012
Reviews Novos 52: Universo DC #1
Continuando meus reviews dos Novos 52 da Panini, aqui vão minhas opiniões sobre as séries publicadas em Universo DC #1:
Aquaman - O Fosso, parte 1: eu sempre achei o Aquaman um personagem com um conceito interessante, porém mal aproveitado. Geoff Johns está provando isso, ao escrever histórias com o nível certo de ação, e um humor que aproveita o próprio fato do personagem não ser levado a sério. A primeira história acaba mostrando pouco, mas promete muito, afinal, a série tem sido muito elogiada lá fora. Além disso, a arte de Ivan Reis está fantástica, melhor ainda do que da época do Lanterna Verde. O brasileiro é o melhor desenhista de super-heróis da atualidade, para mim. Vale a pena acompanhar? Se vale, e aguardando ansiosamente pela próxima edição!
Gavião Negro - Gavião em Ascensão: uma história meio confusa que mostra o arqueólogo Carter Hall tentando livrar-se do seu alter ego, o Gavião Negro. Tem algumas ideias interessantes, promissoras, mas parece feita meio às pressas, ou com muita intervenção editorial. A arte é mediana, mas gostei do novo visual do Gavião. Vale a pena acompanhar? Por enquanto, tem potencial para melhorar.
OMAC - Gerenciamento de Caos: outra série que me surpreendeu bastante. Sinceramente, eu não esperava nada de bom do robozão com penteado moicano, mas preciso reconhecer, a história é muito bem contada, a narrativa flui com naturalidade. A trama tem um quê de mistério que nos faz ter vontade de ler a continuação. E a arte, emulando o traço clássico do rei Jack Kirby, está excelente. As máquinas grandiosamente complexas estão todas lá. Vale a pena acompanhar? Depende. A série já foi cancelada nos EUA, o que sugere que a qualidade caiu.
Nuclear - Partícula Divina: a velha briga escolar entre o nerd pobre e o atleta popular que tem tudo faz parte da origem do novo Nuclear. O problema é que, mais uma vez, a história é mal contada, sem ritmo. Além disso, a briguinha adolescente entre os dois Nucleares (ops, spoiler…) é bem chata. E ativar o poder usando uma “palavra mágica” é outra ideia reciclada. Vale a pena acompanhar? Só pela esperança de que fique melhor.
Senhor Incrível - Atualização de Programa: a série mais sem graça de todas que eu li! O Senhor Incrível é um personagem interessante, com boas participações na época da Sociedade da Justiça. Mas essa história parece ser mais uma vítima do que foi a do Gavião Negro, escrita apressadamente ou com muito dedo editorial. E a arte é terrível, pra completar. Vale a pena acompanhar? Dá vontade de pular a história… mas já que vem na revista, fazer o quê.
Falcões Negros: uma história de espionagem, com uma equipe secreta que possui acesso a tecnologias avançadíssimas. E uma história recheada de clichês da primeira à última página! O chefe da equipe diz que sua base poderia ser invadida usando máquinas nanoscópicas, e o que acontece? Um dos seus agentes aparece contaminado por nanócitos. Puxa, que surpresa… Vale a pena acompanhar? Vide comentário anterior.
Mulher Maravilha - A Visitação: a série da amazona é, sem dúvida nenhuma, a mais exótica de todos os Novos 52. A abordagem dada à personagem é completamente inovadora, ao inserí-la de cabeça na mitologia grega. Até a arte passa essa ideia, com traços algo cartunescos. É uma leitura um pouco estranha, em que se demora um pouco a formar opinião, mas até que gostei. Vale a pena acompanhar? Por enquanto, vamos ver aonde isso vai dar.
Próxima edição: Batman #1. Não perca!
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Aquaman - O Fosso, parte 1: eu sempre achei o Aquaman um personagem com um conceito interessante, porém mal aproveitado. Geoff Johns está provando isso, ao escrever histórias com o nível certo de ação, e um humor que aproveita o próprio fato do personagem não ser levado a sério. A primeira história acaba mostrando pouco, mas promete muito, afinal, a série tem sido muito elogiada lá fora. Além disso, a arte de Ivan Reis está fantástica, melhor ainda do que da época do Lanterna Verde. O brasileiro é o melhor desenhista de super-heróis da atualidade, para mim. Vale a pena acompanhar? Se vale, e aguardando ansiosamente pela próxima edição!
Gavião Negro - Gavião em Ascensão: uma história meio confusa que mostra o arqueólogo Carter Hall tentando livrar-se do seu alter ego, o Gavião Negro. Tem algumas ideias interessantes, promissoras, mas parece feita meio às pressas, ou com muita intervenção editorial. A arte é mediana, mas gostei do novo visual do Gavião. Vale a pena acompanhar? Por enquanto, tem potencial para melhorar.
OMAC - Gerenciamento de Caos: outra série que me surpreendeu bastante. Sinceramente, eu não esperava nada de bom do robozão com penteado moicano, mas preciso reconhecer, a história é muito bem contada, a narrativa flui com naturalidade. A trama tem um quê de mistério que nos faz ter vontade de ler a continuação. E a arte, emulando o traço clássico do rei Jack Kirby, está excelente. As máquinas grandiosamente complexas estão todas lá. Vale a pena acompanhar? Depende. A série já foi cancelada nos EUA, o que sugere que a qualidade caiu.
Nuclear - Partícula Divina: a velha briga escolar entre o nerd pobre e o atleta popular que tem tudo faz parte da origem do novo Nuclear. O problema é que, mais uma vez, a história é mal contada, sem ritmo. Além disso, a briguinha adolescente entre os dois Nucleares (ops, spoiler…) é bem chata. E ativar o poder usando uma “palavra mágica” é outra ideia reciclada. Vale a pena acompanhar? Só pela esperança de que fique melhor.
Senhor Incrível - Atualização de Programa: a série mais sem graça de todas que eu li! O Senhor Incrível é um personagem interessante, com boas participações na época da Sociedade da Justiça. Mas essa história parece ser mais uma vítima do que foi a do Gavião Negro, escrita apressadamente ou com muito dedo editorial. E a arte é terrível, pra completar. Vale a pena acompanhar? Dá vontade de pular a história… mas já que vem na revista, fazer o quê.
Falcões Negros: uma história de espionagem, com uma equipe secreta que possui acesso a tecnologias avançadíssimas. E uma história recheada de clichês da primeira à última página! O chefe da equipe diz que sua base poderia ser invadida usando máquinas nanoscópicas, e o que acontece? Um dos seus agentes aparece contaminado por nanócitos. Puxa, que surpresa… Vale a pena acompanhar? Vide comentário anterior.
Mulher Maravilha - A Visitação: a série da amazona é, sem dúvida nenhuma, a mais exótica de todos os Novos 52. A abordagem dada à personagem é completamente inovadora, ao inserí-la de cabeça na mitologia grega. Até a arte passa essa ideia, com traços algo cartunescos. É uma leitura um pouco estranha, em que se demora um pouco a formar opinião, mas até que gostei. Vale a pena acompanhar? Por enquanto, vamos ver aonde isso vai dar.
Próxima edição: Batman #1. Não perca!
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terça-feira, 3 de julho de 2012
Dica de jogo para Mac: RC Mini Racers
Um dia desses, explorando a seção de jogos da Mac App Store, descobri um jogo muito bacana: o RC Mini Racers. É um jogo de corrida de carrinhos de controle remoto. Se você conhece o ótimo Re-Volt, um clássico para Windows, vai gostar.
Você começa no jogo com a conta bancária zerada, e apenas o primeiro circuito liberado. Na corrida, você pode pegar itens espalhados na pista, mísseis, minas ou turbo. Atire nos outros carros com os mísseis, ou deixe a mina como um armadilha. Mas lembre-se que os outros competidores podem fazer o mesmo com você!
Ao final da corrida, você ganha bônus em dinheiro pela posição de chegada, voltas mais rápidas, pelas batidas ou explosões provocadas nos outros carros, e até pelo tempo que você passar no ar, ao saltar numa rampa. Com o dinheiro acumulado, você pode comprar a participação nas outras corridas, tunar ou trocar de carro. Você também pode comprar créditos com dinheiro de verdade na Mac App Store, dentro do próprio jogo.
Só há um porém, o jogo tem um defeito: não permite partidas multiplayer, nem pela rede ou pela internet, nem na mesma máquina. Sinceramente, se o jogo permite atirar nos outros participantes, eu gostaria de poder fazer isso com meus amigos. Concorda?
De qualquer forma, ele tem boa jogabilidade, ótimos gráficos e diverte por horas. E o melhor de tudo: corra, que está de graça! A descrição na Mac App Store diz ser por pouco tempo, então é melhor baixar logo. Clique aqui para ir à loja da Apple, e aqui para o site do desenvolvedor.
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Você começa no jogo com a conta bancária zerada, e apenas o primeiro circuito liberado. Na corrida, você pode pegar itens espalhados na pista, mísseis, minas ou turbo. Atire nos outros carros com os mísseis, ou deixe a mina como um armadilha. Mas lembre-se que os outros competidores podem fazer o mesmo com você!
Ao final da corrida, você ganha bônus em dinheiro pela posição de chegada, voltas mais rápidas, pelas batidas ou explosões provocadas nos outros carros, e até pelo tempo que você passar no ar, ao saltar numa rampa. Com o dinheiro acumulado, você pode comprar a participação nas outras corridas, tunar ou trocar de carro. Você também pode comprar créditos com dinheiro de verdade na Mac App Store, dentro do próprio jogo.
Só há um porém, o jogo tem um defeito: não permite partidas multiplayer, nem pela rede ou pela internet, nem na mesma máquina. Sinceramente, se o jogo permite atirar nos outros participantes, eu gostaria de poder fazer isso com meus amigos. Concorda?
De qualquer forma, ele tem boa jogabilidade, ótimos gráficos e diverte por horas. E o melhor de tudo: corra, que está de graça! A descrição na Mac App Store diz ser por pouco tempo, então é melhor baixar logo. Clique aqui para ir à loja da Apple, e aqui para o site do desenvolvedor.
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Entrega #Fail dos Correios
Sou assinante, desde abril do ano passado, da revista “Mundo dos Super Heróis”, da Editora Europa, que utiliza o serviço Entrega Direta, dos Correios. Assino mais 6 revistas de outras editoras, e minha esposa assina mais uma. Por conta disto, adquiri uma caixa de correio grande, de cor amarela e escrito “Correio” em destaque. Minha caixa acomoda e protege adequadamente revistas de qualquer tamanho, além de ficar disposta na vertical, de modo que o portão da minha casa não atrapalha o acesso a ela.
De todas as revistas que assinamos, a única que não é colocada na caixa de correio é a da Editora Europa. Por coincidência ou não, é a única entregue pelo carteiro dos Correios. Ele prefere jogar a revista, com todo descaso possível, na parte descoberta da minha garagem, ou embaixo do meu carro. A revista fica exposta a chuva, a animais, a ser atropelado quando chego ou saio de carro, a má intenção de alguém que passe pela rua e apenas estenda a mão para furtar a revista pela qual paguei antecipadamente.
Registrei reclamações no atendimento da editora e dos Correios, na esperança de que ambos tomem providências para que a revista seja entregue adequadamente. Do contrário, prefiro cancelar a assinatura e voltar a comprar a revista em banca. Tenho colecionado revistas, quadrinhos e livros por 25 anos, possuo mais de 4.600 itens catalogados e organizados (no Sala de Justiça), e não posso aceitar receber exemplares novos em mal estado.
Esta situação vem se repetindo por meses, e já reclamei algumas vezes, inclusive ao próprio entregador. Desta vez, além de reclamar nos Correios e na editora, resolvi postar este texto em meu blog, Twitter e Facebook. Não há nada como uma a divulgação do mal atendimento para conseguir a solução de problemas como este!
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quinta-feira, 28 de junho de 2012
Reviews Novos 52: Liga da Justiça #1
A Panini começou, neste mês de junho, algo inédito no mercado de HQs mundial: a publicação de todas as revistas de super-heróis da DC. Dizem que o Brasil é o único mercado, fora o americano, aonde isso acontece.
Assim como nos EUA, a revista da Liga da Justiça é a base do universo ficcional de Batman, Superman e companhia. Portanto, é com ela que eu começo minha série de posts, que você poderá acompanhar aqui.
Minha intenção inicial era fazer um review completo, com dados dos autores, sinopse e minha opinião sobre cada história. Mas como as edições número 2 estão quase chegando e eu ainda estou no primeiro review, fiquemos somente com minha opinião. Aí vai:
Liga da Justiça - parte um: o texto é leve e despreocupado, exatamente como uma série mensal deve ser. A arte de Jim Lee está fantástica, como de hábito. Gostei muito da caracterização do Lanterna Verde: a soberba despreocupada de quem tem uma arma fantástica nas mãos, capaz de tornar realidade o menor dos seus pensamentos. E ainda termina com uma gancho fantástico, a cara de desafio do Superman ao encarar Batman e o Lanterna Verde. Vale a pena acompanhar? Com certeza!
Capitão Átomo - Evolução: uma história meio confusa, mas com bons diálogos. É meio estranho o herói já começar sua história enfrentando a perda de controle dos próprios poderes. A arte é inconstante: o design do Capitão ficou muito legal, mas os cenários e outros personagens estão um tanto “sujos”. Vale a pena acompanhar? Só pela esperança de que venha a melhorar.
Liga da Justiça Internacional - Os Mestres dos Sinais, parte 1: eu gostava muito da série do Gladiador Dourado do Jurgens. Além de muito divertida, trazia um dos meus temas preferidos da ficção científica, a viagem no tempo. Mas parece que ele perdeu a mão totalmente nessa Liga Internacional. A história é chata, corrida e mal contada. Para piorar os diálogos são horríveis, forçados. A arte, num traço que imita o do próprio Jurgens, é apenas mediana. Vale a pena acompanhar? Só porque não tem jeito de tirar da revista, pois até no EUA já foi cancelada.
O próximo review é da revista Universo DC #1. Só uma pista: o Aquaman do Ivan Reis é incrível!
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Assim como nos EUA, a revista da Liga da Justiça é a base do universo ficcional de Batman, Superman e companhia. Portanto, é com ela que eu começo minha série de posts, que você poderá acompanhar aqui.
Minha intenção inicial era fazer um review completo, com dados dos autores, sinopse e minha opinião sobre cada história. Mas como as edições número 2 estão quase chegando e eu ainda estou no primeiro review, fiquemos somente com minha opinião. Aí vai:
Liga da Justiça - parte um: o texto é leve e despreocupado, exatamente como uma série mensal deve ser. A arte de Jim Lee está fantástica, como de hábito. Gostei muito da caracterização do Lanterna Verde: a soberba despreocupada de quem tem uma arma fantástica nas mãos, capaz de tornar realidade o menor dos seus pensamentos. E ainda termina com uma gancho fantástico, a cara de desafio do Superman ao encarar Batman e o Lanterna Verde. Vale a pena acompanhar? Com certeza!
Capitão Átomo - Evolução: uma história meio confusa, mas com bons diálogos. É meio estranho o herói já começar sua história enfrentando a perda de controle dos próprios poderes. A arte é inconstante: o design do Capitão ficou muito legal, mas os cenários e outros personagens estão um tanto “sujos”. Vale a pena acompanhar? Só pela esperança de que venha a melhorar.
Liga da Justiça Internacional - Os Mestres dos Sinais, parte 1: eu gostava muito da série do Gladiador Dourado do Jurgens. Além de muito divertida, trazia um dos meus temas preferidos da ficção científica, a viagem no tempo. Mas parece que ele perdeu a mão totalmente nessa Liga Internacional. A história é chata, corrida e mal contada. Para piorar os diálogos são horríveis, forçados. A arte, num traço que imita o do próprio Jurgens, é apenas mediana. Vale a pena acompanhar? Só porque não tem jeito de tirar da revista, pois até no EUA já foi cancelada.
O próximo review é da revista Universo DC #1. Só uma pista: o Aquaman do Ivan Reis é incrível!
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Clipe de Superman/Batman: Public Enemies
O próximo longa animado da DC é a adaptação do primeiro arco de histórias do gibi Superman/Batman, Inimigos Públicos. Na história, Lex Luthor é eleito presidente dos EUA. Ao detectar um asteróide gigante feito de kriptonita em rota de colisão com a Terra, Luthor resolve culpar o Superman. Junto com Batman, seu companheiro de "crimes", são declarados inimigos públicos e perseguidos por outros heróis e vilões, em busca da recompensa de 1 milhão de dólares. Confira o vídeo:
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Mickey Mouse recebe o Hulk na Disney
A notícia da semana (ou da década?) no mundo do entretenimento é a compra da Marvel pela Disney. Não vou entrar em detalhes, já foi bastante divulgado em todas as mídias (no SBT, mostraram imagens do Batman e do Superman pra ilustrar a matéria... argh!!). Garanto que nenhum fã de ambas as casas precisa se preocupar. A Disney sabe o produto que comprou, e com certeza está ciente de que mudar a cara da Marvel seria um suicídio empresarial.
O melhor indício de que tudo continuará como está, com tendência a melhorar, é o relacionamento entre os principais concorrente de ambas: a Warner, a casa do Pernalonga, também é a dona DC. Apesar disso, a DC funciona praticamente independente do restante da empresa. Aliás, ter um estúdio desses por trás é que o explica a DC ter tido muitos mais produções de sucesso para TV, entre desenhos animados e séries, do que a Marvel. Obviamente, esse sucesso não se estendeu (ainda) para o cinema, com o banho da Marvel na última década, a despeito dos filmes do Superman do Richard Donner e do Batman de Christopher Nolan terem sido sucessos mundiais.
Enquanto isso, aqui no Brasil, essa compra pode sim ter consequências nos quadrinhos. A Panini Itália é quem licencia os quadrinhos da Casa das Idéias no mundo todo. Porém, a Disney nunca deu muita bola para seus quadrinhos, preferindo sempre licenciar a produção para outras empresas. Quem cuida dos quadrinhos Disney na terra da bota é a Mondadori, rival da Panini, a mais de 70 anos. No Brasil, a Disney já está com a editora Abril a quase 60 anos, e nesse período até já chegou a produzir bastante material por aqui mesmo. O que pode acontecer? A Disney pode acabar indo parar nas mãos da Panini, no mundo inteiro. Porém o mais provável é que a Disney queira entregar os heróis "maravilha" para os seus parceiros tradicionais, e a Marvel pode sim voltar para a editora Abril, onde tenho certeza que serão muito bem tratados. Afinal, não estamos mais na década de 1980, né?
Em alguns meses, todas essas questões com certeza já estarão esclarecidas. Mas enquanto nada muda, não são poucas as piadas surgidas da situação. A melhor, na minha opinião, é essa charge do Maurício Ricardo:
E você, o que achou de tudo isso? Deixe sua opinião aí nos comentários!
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Dossiê Liga da Justiça: Inimigo submarino, parte 2
Episódio 7, 1ª temporada
Traído e condenado a morte juntamente com seu filho pelo próprio irmão, Aquaman consegue escapar e salvar o bebê, mas não totalmente ileso. Ele se junta à Liga para frustrar os planos de Orm, que pretende inundar a superfície da Terra usando um reator nuclear para derreter a calota polar.
Onde comprar: Submarino
Onde baixar: Rapidshare parte 1 e parte 2 | MegaUpload parte 1 e parte 2 (formato AVI, dublado. Compactado e dividido em duas partes com o WinRar, use-o para descompactar).
Resumo do episódio (com spoilers): Na sala do trono atlante, Orm acusa o Aquaman de trair o seu povo, no que é apoiado pelo comandante das tropas. Ele se revolta e derruba os soldados que tentavam prendê-lo, mas é subjugado por Orm. Enquanto ele é preso, Orm ordena ao general que prepare as tropas. Mera entra e pergunta a Orm se é verdade que o Aquaman voltou, mas ele mente para ela, dizendo ser apenas um boato. Ela se desespera, e ele tenta consolá-la dizendo que pr
otegerá a ela e ao filho dela. Ao perceber o que ele pode ter feito, ela corre para procurar o bebê no berço, mas descobre que ele não está mais lá. Orm diz que o bebê não sofrerá nenhum mal, se ela cooperar, e acrescenta que está fazendo o melhor para Atlantis.


Enquanto isso, nos quadrinhos: como falei no post anterior, tudo no Aquaman do desenho é mais interessante do que o dos quadrinhos. Inclusive a perda de sua mão esquerda: nos quadrinhos, numa luta, um vilão segurou o braço dele dentro de um rio enquanto piranhas devoravam a mão. Ué, mas o Aquaman não é amigo e inclusive consegue se comunicar com os seres aquáticos? Tosco!
Próximo episódio: "Paraíso perdido, parte 1".
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Traído e condenado a morte juntamente com seu filho pelo próprio irmão, Aquaman consegue escapar e salvar o bebê, mas não totalmente ileso. Ele se junta à Liga para frustrar os planos de Orm, que pretende inundar a superfície da Terra usando um reator nuclear para derreter a calota polar.
Onde comprar: SubmarinoOnde baixar: Rapidshare parte 1 e parte 2 | MegaUpload parte 1 e parte 2 (formato AVI, dublado. Compactado e dividido em duas partes com o WinRar, use-o para descompactar).
Resumo do episódio (com spoilers): Na sala do trono atlante, Orm acusa o Aquaman de trair o seu povo, no que é apoiado pelo comandante das tropas. Ele se revolta e derruba os soldados que tentavam prendê-lo, mas é subjugado por Orm. Enquanto ele é preso, Orm ordena ao general que prepare as tropas. Mera entra e pergunta a Orm se é verdade que o Aquaman voltou, mas ele mente para ela, dizendo ser apenas um boato. Ela se desespera, e ele tenta consolá-la dizendo que pr
otegerá a ela e ao filho dela. Ao perceber o que ele pode ter feito, ela corre para procurar o bebê no berço, mas descobre que ele não está mais lá. Orm diz que o bebê não sofrerá nenhum mal, se ela cooperar, e acrescenta que está fazendo o melhor para Atlantis.A Liga volta à Atlantis, mas são recebidos a tiros. Eles tentam dialogar, dizendo que têm uma mensagem para o Aquaman, mas o general manda destruí-los. Eles se denfendem e derrotam os atlantes, mas quando estão quase conseguindo chegar à cidade são atacados e derrubados por "cargas de profundidade". Eles acordam na sala do trono atlante com aparelhos que inibem os seus poderes e habilidades. Eles perguntam pelo Aquaman
, e Orm diz pensar que os habitantes da superfície tivessem matado ele. Superman responde que vieram avisá-lo de um c

omplô atlante contra o rei. Mera, assistindo de longe, surpreende-se. Orm acusa os heróis de cometer um ato de guerra, e os condena a morte, prometendo em seguida limpar a superfície. Os quatro, Mulher-Maravilha, Superman, Lanterna Verde e J'onn J'onzz são colocados numa cela que começa a encher-se de água. Diana pergunta ao marciano se ele pode se libertar das algemas, mas ele diz que não consegue se concentrar, assim como o Lanterna. Até o Superman parece incapaz de impedir que todos se afoguem.
O comandante informa a Orm que as tropas estão prontas, e ele diz para prosseguirem enquanto ele cuidará de assuntos inacabados. Mera mais uma vez assiste de longe, e sai depressa. Ela vai até a cela de execução, onde os heróis já estão submersos, e ataca os soldados que os guardam, derrubando-os de surpresa. Em seguida ela salva a Liga, esvazi

ando a cela, e os liberta das algemas. Diana agradece e pergunta porque ela os libertou. Ela explica que alguém em Atlantis traiu o rei, e ela teme pela vida dele. Eles prometem ajudá-la.
Acorrentado ao lado de uma fossa termal, o Aquaman tenta se libertar quando seu irmão traidor chega. O Aquaman diz que matá-lo não fará de Orm o rei, e ele reponde que sabe disso, e tem a solução: ele trouxe o filho do Aquaman. Enquanto procuram o rei pelas belas ruas de Atlantis, a Liga e a rainha Mera são novamente atacados por soldados. Eles livram-se dos atacantes e continuam sua busca. De volta ao Aquaman, Orm diz que o bebê será mais uma vítima dos seres da superfície. Ele espeta um punhal na rocha e pendura o bebê, diz que está atrasado para vingar a morte dos dois e sai, mas não sem antes atingir a rocha com um disparo do tridente, provocando uma reação em cadeia na lava da fossa termal. A pedra onde o rei e seu filho estão presos começa a cair direto na fossa, e com esforço o Aquaman consegue libertar o braço direito. Usando a fivela do cinto (aquela em formato de "A" estilizado), ele tenta soltar a corrente da rocha. Percebendo que não tem mais tempo, ele aponta a fivela afiada para o próprio punho...
Na sala do trono, os heróis dizem a uma desconsolada Mera que não conseguiram encontrar o Aquaman. Mas eis que o próprio aparece, com o bebê no colo. Mera corre até ele e o abraça, e ele lhe entrega o bebê. Só então ela percebe o braço esquerdo, com a mão decepada. Ela se assusta, mas ele só quer saber onde está Orm. Enquanto um cirurgião maneja um maçarico no braço do Aquaman, os heróis admiram que ele tenha feito isso com a própria mão. O Lanterna lembra que disse que ele era louco, mas Mera questiona se é loucura sacrificar tudo por alguém que se ama. O Batman fala com eles pelo comunicador, informando que a situação se agravou no Polo Norte, onde a temperatura sobe rapidamente. Eles resolvem ir verificar, mas Diana pergunta sobre a crise em Atlantis. O Aquaman diz que os dois fatos podem estar relacionados. Quando Superman pede explicações, o Aquaman explica que a causa deve ser um reator termal, projetado pelos atlantes para derreter a calota polar, construído, segundo ele, como um último recurso para proteger seu reino dos habitantes da superfície. Eles concluem que Orm usou o plutônio do submarino (afundado no episódio anterior, lembra?) para ativar o reator. Superman diz que ele precisa ser detido, e começa a sair no momento em que a cirurgia termina. O Aquaman exibe um gancho afiado no lugar da mão, e diz que Orm será detido, e ele cuidará disso pessoalmente.
Aquaman nada até o Polo Norte, e é seguido pelos heróis da Liga, que dizem querer ajudar. Ele responde que a luta é dele e ele não quer ajuda, mas Superman insiste. Nesse momento uma enorme nave de guerra atlante aparece e os soldados atacam o grupo. Enquanto eles lutam, Batman sobrevoa uma parte da calota polar que já está derretendo. Ele avisa ao Superman, que responde que eles estão ocupados, pois a luta contra os atlantes continua, com vantagem para os heróis. Até uma baleia ajuda na briga, o que deixa o Lanterna Verde admirado. O Superman diz para o Lanterna seguir o Aquaman, que saiu embaixo d'água com a baleia, enquanto ele e os outros seguram os atlantes.
Enquanto o Lanterna o segue, Aquaman atravessa uma espessa camada de gelo próximo ao reator que está derretendo a calota polar. Ele entra na montanha de gelo, e quando encontra o aparelho é atacado por seu irmão, Orm. Mas quando Orm começa o seu discurso de vilão e vai desferir o golpe fatal, Aquaman revida, e eles começam a lutar. Do lado de fora da montanha de gelo, o Batman e o Lanterna chegam para tentar desligar o reator. O Batman diz que precisam desligá-lo rápido, ou a humanidade estaria condenada. O Lanterna pergunta se não é hora de lembrar que ele avisou.
Quando o Aquaman derrota Orm, dizendo que acabou, Orm concorda, mas diz que ele perdeu, e atira no aparelho, tornando impossível desligá-lo. Eles voltam a lutar enquanto o Batman e o Lanterna correm para o reator. Enquanto Orm acredita ter conseguido derrotar o Aquaman derrubando-o em um precipício, o Batman diz que terá que entrar no aparelho. Ele pergunta se o anel do Lanterna pode protegê-lo, e o Lanterna responde envolvendo-o em uma aura verde. O Batman entra no aparelho, enquanto Aquaman se esquiva dos ataques de Orm. Quando percebe o que os heróis estão fazendo, Orm se distrai atacando o Lanterna, e o Aquaman aproveita para saltar sobre ele e reiniciar a luta.
Eles caem lutando sobre uma frágil ponte de gelo. Ao atacar o Aquaman com um punhal, e acusando-o de não merecer a coroa por ser fraco e covarde, a ponte quebra e Orm fica pendurado pelos dedos no gelo escorregadio. Ele implora pela ajuda do irmão, mas, frio como o gelo que os cerca, Aquaman pega o tridente que estava fincado perto de Orm, dizendo que pertence a ele, e assiste calmamente ao seu irmão despencar no abismo para a morte certa. Após ver o irmão sumir na escuridão, o Aquaman volta ao aparelho, a tempo de ver o Batman finalmente conseguindo desligá-lo.
De volta à sala do trono de Atlantis, o comandante e os soldados leais a Orm tentam se explicar, mas Aquaman manda tirá-los de sua presença. Ele se lamenta afirmando que só tem a si mesmo a culpar, pois o medo dos seres da superfície o teria impedido de enxergar a pessoa certa a temer, e isso lhe custou caro: ele levanta o braço esquerdo, mostrando a lâmina no lugar da mão amputada. O Lanterna diz pra ele não se culpar tanto, pois foi tudo um mal entendido. Ele concorda, e completa dizendo que tudo o que sempre quis foi paz e segurança para Atlantis. O Superman fala que depois dos acontecimentos não será tão fácil, e ele responde que sabe, mas completa dizendo que certos sacrifícios valem a pena, olhando para sua esposa e filho, que dorme serenamente.
Enquanto isso, nos quadrinhos: como falei no post anterior, tudo no Aquaman do desenho é mais interessante do que o dos quadrinhos. Inclusive a perda de sua mão esquerda: nos quadrinhos, numa luta, um vilão segurou o braço dele dentro de um rio enquanto piranhas devoravam a mão. Ué, mas o Aquaman não é amigo e inclusive consegue se comunicar com os seres aquáticos? Tosco!
Próximo episódio: "Paraíso perdido, parte 1".
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terça-feira, 4 de agosto de 2009
Trailer de Planet Hulk
Mais uma saga da Marvel vai ser adaptada para um longa de animação: Planet Hulk. A história, que inclusive já foi publicada no Brasil no ano passado, pela Panini, conta como o Hulk foi enviado para o espaço pelos seus ex-aliados, por ser considerado perigoso demais para o planeta. Ele deveria cair num planeta idílico e desabitado, onde finalmente viveria em paz. Mas ao se libertar, ele tira a nave do seu curso e cai em Sakaar, um planeta devastado por guerras entre as várias raças que o habitam, onde o Hulk vai de escravo a rei. Confira o trailer:
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quinta-feira, 28 de maio de 2009
Dossiê Liga da Justiça: Inimigo submarino, parte 1
Episódio 6, 1ª temporada
Um submarino nuclear é sequestrado pelos atlantes, por ordem do próprio Aquaman! Mas ao tentar expor suas reclamações na ONU, o soberano de Atlantis, com a ajuda da Liga, descobre uma conspiração para tomar o seu trono.
Onde comprar: Submarino
Onde baixar: RapidShare | MegaUpload (formato AVI, dublado)
Resumo do episódio (com spoilers): Durante uma tempestade em alto-mar, o sonar do submarino americano USS Defiant detecta a aproximação de outra embarcação que vem das profundezas. Sem sucesso ao tentar contato, o capitão manda executar manobras evasivas para evitar a colisão. Mas eles não conseguem fugir, e são atingidos por uma nave bem maior. Quando tentam se defender, são novamente atingidos pela nave. Eles pedem socorro por rádio e começam a afundar. Só então é revelada a tripulação da outra
embarcação - atlantes. Um tripulante avisa ao capitão da nave atlante que o navio da superfície foi destruído. Ele responde "ótimo, pois que afunde": é o Aquaman!
Respondendo ao chamado de socorro, Superman, Lanterna Verde e Mulher-Maravilha entram no mar com o Javelin, mas são logo atacados pela nave atlante. O Lanterna consegue fazer com que o adversário fique preso em algumas rochas, mas outras duas naves aparecem. Superman decide sair e chama os outros para irem ajudar os tripulantes do submarino, abandonando o Javelin. Eles atacam e conseguem destruir as três naves, mas nenhum atlante se afoga (hehehehe). O Aquaman aparece numa espécie de jet ski, acompanhado po
r soldados, dizendo que eles violaram a soberania de Atlantis, e devem sair ou serão destruídos. Superman se desculpa pela invasão, mas explica que só estão respondendo ao chamado de socorro do submarino. Aquaman responde que os marinheiros deveriam ter ficado na superfície, mas atende ao apelo de Diana e permite que eles resgatem os tripulantes, mas com a condição de que deixem o plutônio no submarino. O Lanterna não gosta da ideia, mas o Superman diz que eles não têm tempo para discutir.
Vigiados pelos atlantes, eles resgatam os tripulantes do submarino numa bolha de energia verde. Os soldados os escoltam até a superfície, e o Superman fica para trás para conversar com o Aquaman. Ele diz a ele que esses conflitos podem ser evitados, que ele deve ir à ONU para expor suas reclamações, como um rei. Ele sai voando, deixando o Aquaman pensativo.

Em Atlantis, o comandante das tropas reais tentar convencer Aquaman a fazer guerra contra a superfície. Ele se nega, e o general protesta, mas é repreendido pelo irmão do rei. Aquaman diz que vai pensar na questão, mas precisa de mais tempo. Em seus aposentos e com seu filho bebê, ele pergunta à rainha que tipo de futuro deve construir para o filho deles. Ela afirma que confia na suas decisões. No satélite da Liga, Superman tenta explicar à marinha americana o que aconteceu ao submarino. O Lanterna diz que concorda com o almirante que está falando com o Superman, que eles não deveriam ter deixado o submarino com o Aquaman. Diana o defende, dizendo que ele só quer proteger o seu reino. O Lanterna se revolta, perguntando quem vai proteger o restante do mundo do Aquaman.
De volta ao local onde o submarino afundou, o Lanterna entra sorrateiramente na embarcação, escondendo-se dos soldados atlantes que vigiam o local. Lá dentro ele descobre que o plutônio foi roubado. Enquanto isso, Aquaman resolve ir à superfície. Ele provoca uma confusão no trânsito com sua pompa real, e é abordado por um policial. O rei o agarra e pergunta onde é a Assembleia Mundial. No satélite, o Lanterna diz aos outros o que descobriu, e acusa o Aquaman de saquear o submarino, querendo que todos voltem à Atlantis para interrogá-lo. Assistindo à TV, Superman diz a ele que o Aquaman não está em Atlantis. O repórter diz que ele forçou a entrada na Assembleia Mundial. O líderes dos países estão revoltados com ele, pois ele ameaça fazer guerra para obter a paz. Eles dizem que as exigências dele são ultrajantes, e ele responde que não se importa. Quando a Liga chega, ele diz que já perdeu muito tempo e sai. Depois de livrar-se dos repórteres, ele é atingido por um míssil. Os heróis correm até ele, que desmaia.
Os atlantes descobrem pela TV (!?) que seu soberano sofreu um atentato e foi levado ao hospital pela Liga. O irmão do Aquaman, Orm, afirma que esse ataque não pode ficar sem resposta. O comandante das tropas questiona sua autoridade, mas ele afirma que o rei pode estar morto e o príncipe ainda é uma criança, então ele deve assumir o trono e vingar o ataque ao Aquaman. A rainha Mera pergunta-lhe o que houve, e ele a consola. Ela estranha que ele fale como se Aquaman já estivesse morto, e ele responde que não sabe o que os habitantes da superfície podem fazer ao rei. No hospital, os médicos não sabem como tratar o homem-peixe, e temem perdê-lo. Quando um dos médicos está explicando ao heróis que não sabe o que fazer, Batman chega dizendo que pode salvá-lo. Eles o colocam em um tanque com água salgada, e ele começa a mostrar sinais de recuperação.
Quando ele acorda, o Lanterna logo pergunta pelo plutônio roubado. Ele sai do tanque sem entender a pergunta, e explica que ordenou que não retirassem nada do submarino. O Lanterna não acredita, mas ele não se importa e diz que vai descobrir quem tentou matá-lo. Batman oferece ajuda, mas exige confiança. Logo depois, o repórter aparece novamente dizendo que o Aquaman será removido para uma base secreta de pesquisas marinhas. A Liga se espalha em volta do hospital, enquanto o Aquaman é retirado numa maca. Um sujeito encapuzado sai de um bueiro e se esconde atrás de uma caixa de correio. Quando ele se prepara para atirar, a Mulher-Maravilha o vê e o Batman atira um batarangue na arma. Os heróis correm atrás do bandido, que foge de volta para o bueiro. Quando o Superman tenta retirar a tampa, sofre uma potente descarga elétrica de um aparelho colocado embaixo dela. Batman pergunta ao "Aquaman" se ele está bem, e ele responde que sim enquanto se transforma de volta no J'onn J'onzz. Enquanto isso, nos esgotos, o Pistoleiro tira o disfarce e sobe em uma moto.
Batman e J'onzz encontram o Superman caído. O marciano fica imaterial e entra no esgoto, a tempo de ver o Pistoleiro passar por ele. Ele avisa à Diana de que o vilão está indo na direção dela. Ela salta do prédio e com um golpe tenta derrubar o asfalto sobre o Pistoleiro, mas ele escapa. Ela voa na frente e entra no esgoto, surpreendendo-o, mas ele atira no teto e a soterra. Enquanto isso, ainda no hospital, o Lanterna vigia o Aquaman. O homem-peixe reclama da demora, e o Lanterna diz pra ele esperar. Ele finge aceitar, mas acerta o Lanterna, que cai desacordado enquanto o Aquaman sai.
De volta aos esgotos, é a vez do Batman tentar parar o Pistoleiro. Ele deixa algumas minas e se afasta. Quando o Pistoleiro passa as minas explodem e ele cai da moto. Mas ele joga uma bomba de fumaça no Batman e foge a pé. Ele consegue chegar até o seu furgão, mas é perseguido pelo Superman, que fura um dos pneus do carro com a visão de calor, fazendo-o capotar. Superman tira o Pistoleiro de dentro do furgão, que finalmente se entrega. Ele diz que foi pago para matar o Aquaman, mas não quer dizer por quem. Então o Batman o leva pra um canto, e o Pistoleiro diz que não tem medo dele. O Batman diz que só quer "dar uma palavrinha", e sussurra durante alguns segundos, o suficiente para o Pistoleiro resolver abrir o bico. Diana pregunta ao Superman o que o Batman disse, mas o Super acha melhor nem comentar...
O Pistoleiro diz que não sabe quem o contratou, porque não faz perguntas. O Batman lhe pergunta como ele foi pago, e ele responde que com ouro, que está todo espalhado no asfalto. Batman pega uma moeda e afirma que são dobrões espanhóis. Quando Diana pergunta onde conseguiram as moedas, J'onzz responde: Atlantis. Quando o Superman diz que precisa avisar o Aquaman, o Lanterna chega informando que ele fugiu e voltou para Atlantis. Lá, Orm está incitando o líderes atlantes a atacar a superfície. Aquaman chega de surpresa questionando a traição, e Orm responde que não é traição, mas antes que ele possa continuar Aquaman o interrompe, dizendo que mesmo que ele tivesse morrido isso não seria motivo para guerra. Orm então responde que só fez o que o Aquaman não teria coragem. O rei manda prendê-lo, mas os soldados não o obedecem, e Orm volta a ordem contra ele, afirmando que Aquaman é o traidor, por abandonar o seu povo e se unir às pessoas da superfície. Ele ainda se vangloria de que está no comando agora.
Crononologia: apesar de oficialmente até se tornar um membro da Liga, o Aquaman ainda se desentendeu com os colegas algumas vezes. No episódio "O Terror do Além" ("The Terror Beyond"), ele se une ao mago Senhor Destino e ao zumbi Solomon Grundy para tentar impedir uma invasão extra dimensional à Terra que começaria por Atlantis. A Liga tenta impedir o ritual, mas após o tradicional arranca-rabo entre heróis acabam ajudando.
Enquanto isso, nos quadrinhos: o Aquaman do desenho acaba se revelando um personagem muito mais interessante do que o insosso personagem dos quadrinhos. A presunção real, a prontidão em defender os interesses do seu povo em detrimento da opinião dos habitantes da superfície, a força forjada nas fossas submarinas, são características que não se via no Aquaman dos gibis. Pensando bem, até o Aquaman dos Superamigos era mais legal do que o dos quadrinhos!
Próximo episódio: "Inimigo submarino, parte 2".
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Um submarino nuclear é sequestrado pelos atlantes, por ordem do próprio Aquaman! Mas ao tentar expor suas reclamações na ONU, o soberano de Atlantis, com a ajuda da Liga, descobre uma conspiração para tomar o seu trono.
Onde comprar: SubmarinoOnde baixar: RapidShare | MegaUpload (formato AVI, dublado)
Resumo do episódio (com spoilers): Durante uma tempestade em alto-mar, o sonar do submarino americano USS Defiant detecta a aproximação de outra embarcação que vem das profundezas. Sem sucesso ao tentar contato, o capitão manda executar manobras evasivas para evitar a colisão. Mas eles não conseguem fugir, e são atingidos por uma nave bem maior. Quando tentam se defender, são novamente atingidos pela nave. Eles pedem socorro por rádio e começam a afundar. Só então é revelada a tripulação da outra
embarcação - atlantes. Um tripulante avisa ao capitão da nave atlante que o navio da superfície foi destruído. Ele responde "ótimo, pois que afunde": é o Aquaman!Respondendo ao chamado de socorro, Superman, Lanterna Verde e Mulher-Maravilha entram no mar com o Javelin, mas são logo atacados pela nave atlante. O Lanterna consegue fazer com que o adversário fique preso em algumas rochas, mas outras duas naves aparecem. Superman decide sair e chama os outros para irem ajudar os tripulantes do submarino, abandonando o Javelin. Eles atacam e conseguem destruir as três naves, mas nenhum atlante se afoga (hehehehe). O Aquaman aparece numa espécie de jet ski, acompanhado po
r soldados, dizendo que eles violaram a soberania de Atlantis, e devem sair ou serão destruídos. Superman se desculpa pela invasão, mas explica que só estão respondendo ao chamado de socorro do submarino. Aquaman responde que os marinheiros deveriam ter ficado na superfície, mas atende ao apelo de Diana e permite que eles resgatem os tripulantes, mas com a condição de que deixem o plutônio no submarino. O Lanterna não gosta da ideia, mas o Superman diz que eles não têm tempo para discutir.Vigiados pelos atlantes, eles resgatam os tripulantes do submarino numa bolha de energia verde. Os soldados os escoltam até a superfície, e o Superman fica para trás para conversar com o Aquaman. Ele diz a ele que esses conflitos podem ser evitados, que ele deve ir à ONU para expor suas reclamações, como um rei. Ele sai voando, deixando o Aquaman pensativo.

Em Atlantis, o comandante das tropas reais tentar convencer Aquaman a fazer guerra contra a superfície. Ele se nega, e o general protesta, mas é repreendido pelo irmão do rei. Aquaman diz que vai pensar na questão, mas precisa de mais tempo. Em seus aposentos e com seu filho bebê, ele pergunta à rainha que tipo de futuro deve construir para o filho deles. Ela afirma que confia na suas decisões. No satélite da Liga, Superman tenta explicar à marinha americana o que aconteceu ao submarino. O Lanterna diz que concorda com o almirante que está falando com o Superman, que eles não deveriam ter deixado o submarino com o Aquaman. Diana o defende, dizendo que ele só quer proteger o seu reino. O Lanterna se revolta, perguntando quem vai proteger o restante do mundo do Aquaman.
De volta ao local onde o submarino afundou, o Lanterna entra sorrateiramente na embarcação, escondendo-se dos soldados atlantes que vigiam o local. Lá dentro ele descobre que o plutônio foi roubado. Enquanto isso, Aquaman resolve ir à superfície. Ele provoca uma confusão no trânsito com sua pompa real, e é abordado por um policial. O rei o agarra e pergunta onde é a Assembleia Mundial. No satélite, o Lanterna diz aos outros o que descobriu, e acusa o Aquaman de saquear o submarino, querendo que todos voltem à Atlantis para interrogá-lo. Assistindo à TV, Superman diz a ele que o Aquaman não está em Atlantis. O repórter diz que ele forçou a entrada na Assembleia Mundial. O líderes dos países estão revoltados com ele, pois ele ameaça fazer guerra para obter a paz. Eles dizem que as exigências dele são ultrajantes, e ele responde que não se importa. Quando a Liga chega, ele diz que já perdeu muito tempo e sai. Depois de livrar-se dos repórteres, ele é atingido por um míssil. Os heróis correm até ele, que desmaia.
Os atlantes descobrem pela TV (!?) que seu soberano sofreu um atentato e foi levado ao hospital pela Liga. O irmão do Aquaman, Orm, afirma que esse ataque não pode ficar sem resposta. O comandante das tropas questiona sua autoridade, mas ele afirma que o rei pode estar morto e o príncipe ainda é uma criança, então ele deve assumir o trono e vingar o ataque ao Aquaman. A rainha Mera pergunta-lhe o que houve, e ele a consola. Ela estranha que ele fale como se Aquaman já estivesse morto, e ele responde que não sabe o que os habitantes da superfície podem fazer ao rei. No hospital, os médicos não sabem como tratar o homem-peixe, e temem perdê-lo. Quando um dos médicos está explicando ao heróis que não sabe o que fazer, Batman chega dizendo que pode salvá-lo. Eles o colocam em um tanque com água salgada, e ele começa a mostrar sinais de recuperação.
Quando ele acorda, o Lanterna logo pergunta pelo plutônio roubado. Ele sai do tanque sem entender a pergunta, e explica que ordenou que não retirassem nada do submarino. O Lanterna não acredita, mas ele não se importa e diz que vai descobrir quem tentou matá-lo. Batman oferece ajuda, mas exige confiança. Logo depois, o repórter aparece novamente dizendo que o Aquaman será removido para uma base secreta de pesquisas marinhas. A Liga se espalha em volta do hospital, enquanto o Aquaman é retirado numa maca. Um sujeito encapuzado sai de um bueiro e se esconde atrás de uma caixa de correio. Quando ele se prepara para atirar, a Mulher-Maravilha o vê e o Batman atira um batarangue na arma. Os heróis correm atrás do bandido, que foge de volta para o bueiro. Quando o Superman tenta retirar a tampa, sofre uma potente descarga elétrica de um aparelho colocado embaixo dela. Batman pergunta ao "Aquaman" se ele está bem, e ele responde que sim enquanto se transforma de volta no J'onn J'onzz. Enquanto isso, nos esgotos, o Pistoleiro tira o disfarce e sobe em uma moto.
Batman e J'onzz encontram o Superman caído. O marciano fica imaterial e entra no esgoto, a tempo de ver o Pistoleiro passar por ele. Ele avisa à Diana de que o vilão está indo na direção dela. Ela salta do prédio e com um golpe tenta derrubar o asfalto sobre o Pistoleiro, mas ele escapa. Ela voa na frente e entra no esgoto, surpreendendo-o, mas ele atira no teto e a soterra. Enquanto isso, ainda no hospital, o Lanterna vigia o Aquaman. O homem-peixe reclama da demora, e o Lanterna diz pra ele esperar. Ele finge aceitar, mas acerta o Lanterna, que cai desacordado enquanto o Aquaman sai.
De volta aos esgotos, é a vez do Batman tentar parar o Pistoleiro. Ele deixa algumas minas e se afasta. Quando o Pistoleiro passa as minas explodem e ele cai da moto. Mas ele joga uma bomba de fumaça no Batman e foge a pé. Ele consegue chegar até o seu furgão, mas é perseguido pelo Superman, que fura um dos pneus do carro com a visão de calor, fazendo-o capotar. Superman tira o Pistoleiro de dentro do furgão, que finalmente se entrega. Ele diz que foi pago para matar o Aquaman, mas não quer dizer por quem. Então o Batman o leva pra um canto, e o Pistoleiro diz que não tem medo dele. O Batman diz que só quer "dar uma palavrinha", e sussurra durante alguns segundos, o suficiente para o Pistoleiro resolver abrir o bico. Diana pregunta ao Superman o que o Batman disse, mas o Super acha melhor nem comentar...
O Pistoleiro diz que não sabe quem o contratou, porque não faz perguntas. O Batman lhe pergunta como ele foi pago, e ele responde que com ouro, que está todo espalhado no asfalto. Batman pega uma moeda e afirma que são dobrões espanhóis. Quando Diana pergunta onde conseguiram as moedas, J'onzz responde: Atlantis. Quando o Superman diz que precisa avisar o Aquaman, o Lanterna chega informando que ele fugiu e voltou para Atlantis. Lá, Orm está incitando o líderes atlantes a atacar a superfície. Aquaman chega de surpresa questionando a traição, e Orm responde que não é traição, mas antes que ele possa continuar Aquaman o interrompe, dizendo que mesmo que ele tivesse morrido isso não seria motivo para guerra. Orm então responde que só fez o que o Aquaman não teria coragem. O rei manda prendê-lo, mas os soldados não o obedecem, e Orm volta a ordem contra ele, afirmando que Aquaman é o traidor, por abandonar o seu povo e se unir às pessoas da superfície. Ele ainda se vangloria de que está no comando agora.
Crononologia: apesar de oficialmente até se tornar um membro da Liga, o Aquaman ainda se desentendeu com os colegas algumas vezes. No episódio "O Terror do Além" ("The Terror Beyond"), ele se une ao mago Senhor Destino e ao zumbi Solomon Grundy para tentar impedir uma invasão extra dimensional à Terra que começaria por Atlantis. A Liga tenta impedir o ritual, mas após o tradicional arranca-rabo entre heróis acabam ajudando.
Enquanto isso, nos quadrinhos: o Aquaman do desenho acaba se revelando um personagem muito mais interessante do que o insosso personagem dos quadrinhos. A presunção real, a prontidão em defender os interesses do seu povo em detrimento da opinião dos habitantes da superfície, a força forjada nas fossas submarinas, são características que não se via no Aquaman dos gibis. Pensando bem, até o Aquaman dos Superamigos era mais legal do que o dos quadrinhos!
Próximo episódio: "Inimigo submarino, parte 2".
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
Dia Mundial do Orgulho Nerd 2009!
- Você sabe qual dos dois dróides é o C-3PO e qual é o R2-D2 em Star Wars?
- Você tem plena convicção de que o Flash poderia derrotar o Superman numa corrida?
- Você coleciona alguma coisa (gibis, livros, revistas, selos, miniaturas, action figures, etc) que seus amigos e parentes acham um completo desperdício?
- Você também acha que Liga da Justiça Sem Limites foi o melhor programa de TV de todos os tempos?
- Você até gosta das adaptações de livros e quadrinhos para o cinema, mas acha que nada supera o original?
- Você quer viver até os 140 anos só pra testemunhar a colonização de Marte?
- Você gosta de ler gibis ou mangás e aproveita o tempo no transporte público pra colocar a leitura em dia, a despeito dos olhares atravessados de pessoas desconfiadas?
- Apesar de estar na casa dos 30 anos você ainda se diverte assistindo desenhos animados infantis (como o genial Padrinhos Mágicos)?
- Você usa a internet e gadgets eletrônicos como se eles sempre tivessem existido?
- Você acha que Battlestar Galactica foi a melhor ficção científica surgida na década de 2000?
- Você se identifica com os personagens da série The Big Bang Theory?
No dia 25 de maio de 2006, na Espanha, essa data foi escolhida para iniciar os preparativos dos 30 anos da estreia de Star Wars nos cinemas, ocorrida em 25 de maio de 1977. Desde então a data vem sendo comemorada na internet, cada vez com mais sucesso. Esse ano rendeu até uma matéria bacana no Fantástico (veja aqui), apesar de que o teste disponível na reportagem é claramente preconceituoso e não reflete a realidade nerd nacional.
Então, hoje é dia de sair com sua camiseta do Lanterna Verde, e de chamar os amigos nerds pra ir ao cinema ver Star Trek, pra uma maratona de Simpsons em casa, ou simplesmente pra discutir se o Batman morreu mesmo ou não!
Vida longa e próspera a nós, os novos donos do mundo!
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sexta-feira, 22 de maio de 2009
E o novo Batman é...
*** Alerta de spoilers - leia por sua conta e risco!! ***Finalmente foi revelado quem será o novo Batman. Depois do acontecido no final da Crise Final (hehehehe), onde o Batman morre / desaparece / perde-se no espaço-tempo / toma pó de pirlimpipin, a minissérie Batman: Battle for the Cowl mostrou a batalha entre os herdeiros do morcegão e os seus vilões de costume pra ver quem assumiria a identidade do Batman. E o final dela chegou às lojas americanas esta semana, mostrando quem assume a capa e o capuz. Preparado?
Na verdade, a DC optou pelo óbvio: Dick Grayson, ex-primeiro Robin e agora ex-Asa Noturna, é o novo Batman. E o novo Robin é o "purgante de jalapa" Damian al Guhl, o filho do Bruce Wayne. Só não foi revelado ainda o destino de Tim Drake, o 3º/5º Robin, e Jason Todd, o 2º. Depois de uma luta quase mortal entre ambos, o primeiro fica muito ferido e o segundo desaparece no rio de Gotham.
A edição acaba com Dick vestindo o capuz de orelhas pontudas, mas todo o bat-universo ainda está indefinido. As próximas edições das bat-revistas é que devem ditar o rumo que será seguido nas histórias. Mas o que eu quero mesmo saber é: quando é que o Batman de verdade volta? Porque pra mim colocar o Dick como Batman é um desperdício do Asa Noturna, um excelente personagem.
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quarta-feira, 13 de maio de 2009
Dossiê Liga da Justiça: Na noite mais escura, parte 2
Episódio 5, 1ª temporada
A Liga descobre que o Lanterna foi vítima de uma armação dos Caçadores, que querem se vingar dos Guardiões. Os robôs invadem Oa e quase conseguem vencer, mas são derrotados pela Tropa junto com a Liga.
Onde comprar: Submarino
Onde baixar: RapidShare | MegaUpload (formato AVI, dublado)
Resumo do episódio (com spoilers): Flash e Superman não acreditam que o Lanterna possa realmente ter destruído um planeta. O Superman quer investigar, mas é questionado pela Mulher-Gavião, que lembra que o Lanterna assumiu sua culpa. Superman insiste, e pede ao J'onn J'onzz que vá com ele, e aos outros que tentem conseguir uma pausa no julgamento. Superman e J'onzz voltam ao Javelin, e são seguidos por Kanjar Ro. No julgamento, o Lanterna declara que não pretende se defender. O Flash interfere, gritando que o julgamento é uma pi
ada. Ele vai até o Lanterna e fala que os dois lados devem ser ouvidos, mas o Lanterna não quer que ele se meta. Ele insiste, e os juízes dizem que ele tem razão, e perguntam quem falará por John Stewart. O Flash pergunta se não existem advogados, e os juízes respondem que não e o autorizam a falar pelo Lanterna, mas o advertem que, se perder, ele partilhará da sentença. Ele não gosta, mas aceita assim mesmo, apesar dos protestos do Lanterna. O Flash começa a defesa com termos jurídicos em latim fora do contexto, enquanto a Mulher-Gavião nota uma ausência na plateia e se retira.
Shayera encontra os outros Lanternas Verdes bebendo num bar. Ela questiona a lealdade deles ao Lanterna, mas eles não parecem interessados. Ela os ataca, para provocá-los
. O dono do bar pede para não usarem armas, então ela atira sua clava numa parede enquanto os Lanternas desativam os anéis. Quatro deles lutam, mas levam uma surra da thanagariana. Quando o último está prestes a ser nocauteado, Kilowog, que ficou quieto no seu canto, interrompe a briga. Ele diz que a Mulher-Gavião tem razão, e resolve ajudar o John. Shayera o segue, mas ao sair do bar vê Kanjar Ro conversando com um dos Caçadores.
Quando os juízes percebem que o Flash só está tentando ganhar tempo, Kilowog chega. O Flash o apresenta como uma testemunha-surpresa. Enquanto isso, Superman e J'onn J'onzz estão na lua do destruído Ajuris 4. Superman pergunta se
J'onzz notou o que está errado, e ele começa a falar sobre a destruição do planeta. Superman o interrompe, e diz que há algo errado onde eles estão, e não acima. Só então J'onzz percebe: a lua continua orbitando um planeta que não existe mais, o que é impossível. Eles dizem que a lua deveria ter sumido no espaço no momento em que o planeta explodiu. No julgamento, Kilowog fala sobre o caráter de John Stewart. O Flash agradece, e passa a palavra ao advogado de acusação. Ele pergunta o que os Lanternas Verdes fazem, e Kilowog diz que eles prendem os vilões. O advogado pergunta então como eles sabem quem são os vilões, e Kilowog fica indeciso, diz que apenas sabe. O advogado continua dizendo que todos os dias os Lanternas tomam decisões de vida ou morte, e impõe essas decisões com seus anéis. Kilowog fica confuso e acaba concordando. O advogado pergunta quem lhes deu esse direito, e quem responde são os próprios Guardiões do Universo, que chegam nesse instante.
Na lua de Ajuris 4, J'onzz encontra uma máquina gigantesca. Superman pergunta se ele tem ideia do que é a máquina, e J'onzz responde que se parece com um brinquedo holográfico que ele tinha quando criança, em Marte. Superman pergunta se a máquina estaria gerando uma ilusão, e o marciano responde que isso explicaria porque a lua continua em órbita do planeta. Nesse momento eles são atacados por Kanjar Ro, que tenta soterrá-los e foge em seguida, mas é interceptado pela Mulher-Gavião. Aparentemente, Kanjar Ro não conhecia suas vítimas: Superman escava os escombros sem esforço, e J'onzz fica intangível. Shayera consegue derrubar a nave do Kanjar Ro, e o Superman o tira de dentro dela. A Mulher-Gavião explica que o seguiu com uma nave "emprestada", e o Superman pergunta se é ele quem está por trás de tudo. Ela diz que não, e a resposta se completa na cena seguinte. Em Ajuris 5, os Caçadores comemoram a chegada da hora de sua vingança. O líder deles diz que o plano não apresentou falhas, eles conseguiram semear a discórdia na Tropa e ainda atrair os Guardiões, seus inimigos, para fora de Oa. Ele termina dizendo que nem os Guardiões do Universo podem escapar dos Caçadores.
No julgamento, o advogado de acusação interroga um dos Guardiões. Ele interrompe o anãozinho azul e o dispensa, exigindo uma sentença dos juízes. O Flash tenta intervir, mas não consegue, e os juízes se retiram para considerar os fatos. Enquanto o Flash diz ao Lanterna que fez tudo o que podia, e ele responde, mal-agradecido, que ele não deveria ter feito nada, os juízes retornam. Eles confirmam que John Stewart é culpado, e o condenam, junto com o Flash, ao extermínio. Uma bolha sai de dentro do chão, e os guardas os levam até ela. Quando a execução começa, Superman mais uma vez abre um rombo na cúpula e invade o tribunal, pedindo que parem. Ele salva o Lanterna e o Flash, tirando-os de dentro da bolha. Os juízes perguntam como ele se atreve a intervir, e ele responde que John é inocente e avisa a Mulher-Gavião que essa é a deixa dela. Na lua, Shayera destrói a máquina holográfica, e Ajuris 4 volta a ficar visível no céu. Superman explica que o planeta nunca foi destruído, era uma ilusão. John salta sobre Kanjar Ro e pergunta por quê ele fez isso, e ele responde que por dinheiro, pago pelos Caçadores. Superman nota os Guardiões saindo e diz ao Flash para irem atrás deles. O Flash chama o Lanterna, mas ele primeiro recupera o seu anel antes de sair voando.
Os Guardiões dizem que precisam voltar à Oa imediatamente, e o Flash pergunta por quê a pressa. Eles não respondem, nem quando o Superman repete a pergunta. O Lanterna pergunta a eles onde estão os Caçadores, e eles respondem que os robôs estão indo para Oa. O Lanterna estranha que eles saibam onde Oa fica, e os Guardiões dizem que foi lá que eles os criaram. Eles explicam que criaram os robôs antes da Tropa, pois pensavam que eles seria bons pacificadores, mas eles não conseguiam distinguir as sutilezas do bem e do mal. Superman pergunta porque eles não os destruíram, e eles respondem que os reprogramaram para tarefas menores, e os robôs pareceram não se importar.
Em Oa, os Caçadores já atacam, e outros Guardiões tentam se defender. Quando eles estão conseguindo invadir a base dos Guardiões, a Liga chega com o restante dos "smurfs". Eles conseguem destruir vários Caçadores, mas os robôs passam a usar as próprias armas dos Guardiões. J'onzz entra e consegue destruir o robô que estava controlando as defesas do planeta. A Mulher-Gavião chega com os outros Lanternas que estavam no julgamento. Dentro da fortaleza, o líder dos Caçadores chega à Bateria Central. John vai atrás dele, mas é derrubado antes de encontrá-lo. Ele tenta impedí-lo, mas o Caçador diz que não vai desistir até conseguir de volta o poder que os Guardiões "roubaram" deles. O robô consegue derrubá-lo de novo, e entra na bateria. Ele se transforma, absorvendo a energia da bateria, dos anéis dos Lanternas e até dos próprios Guardiões, que ficam desacordados. O Lanterna não desiste, recita seu famoso juramento, absorve de volta toda a energia e a devolve à bateria. O Guardiões acordam e agradecem a ele, dizendo que escolherem bem quando deram o anel a ele.
Os outros Lanternas também parabenizam e se desculpam com o John, mas ele não parece disposto a perdoar tão fácil. Ele se junta aos outros da Liga, e diz que eles acreditaram nele quando nem ele acreditava. O Flash diz que é pra isso que servem os amigos. O Lanterna envolve a todos numa bolha verde e diz "vamos para casa".
Crononologia: outro planeta também foi aparentemente destruído na série: o próprio Oa! No episódio "O Retorno" ("The Return"), da 1ª temporada de Liga da Justiça Sem Limites, o androide Amazo retorna à Terra querendo acertar as contas com Lex Luthor. No caminho, para não ter que se desviar de Oa, ele o faz desaparecer no vácuo. Ao ser confrontado pela Tropa, ele explica que não destruiu o planeta, apenas o teletransportou para outra dimensão, e o coloca de volta no lugar com um pensamento e um singelo "pronto".
Enquanto isso, nos quadrinhos: os Caçadores Cósmicos, como são conhecidos nos gibis, foram criados a milhões de anos atrás pelos Guardiões. Ao se revoltarem e tentarem roubar o poder da Bateria Central, eles foram derrotados e exilados pelos anõezinhos azuis nos confins do universo. Somente depois disso é que os Guardiões resolveram criar a Tropa dos Lanternas Verdes.
Próximo episódio: "Inimigo submarino, parte 1".
_\\//
A Liga descobre que o Lanterna foi vítima de uma armação dos Caçadores, que querem se vingar dos Guardiões. Os robôs invadem Oa e quase conseguem vencer, mas são derrotados pela Tropa junto com a Liga.
Onde comprar: SubmarinoOnde baixar: RapidShare | MegaUpload (formato AVI, dublado)
Resumo do episódio (com spoilers): Flash e Superman não acreditam que o Lanterna possa realmente ter destruído um planeta. O Superman quer investigar, mas é questionado pela Mulher-Gavião, que lembra que o Lanterna assumiu sua culpa. Superman insiste, e pede ao J'onn J'onzz que vá com ele, e aos outros que tentem conseguir uma pausa no julgamento. Superman e J'onzz voltam ao Javelin, e são seguidos por Kanjar Ro. No julgamento, o Lanterna declara que não pretende se defender. O Flash interfere, gritando que o julgamento é uma pi
ada. Ele vai até o Lanterna e fala que os dois lados devem ser ouvidos, mas o Lanterna não quer que ele se meta. Ele insiste, e os juízes dizem que ele tem razão, e perguntam quem falará por John Stewart. O Flash pergunta se não existem advogados, e os juízes respondem que não e o autorizam a falar pelo Lanterna, mas o advertem que, se perder, ele partilhará da sentença. Ele não gosta, mas aceita assim mesmo, apesar dos protestos do Lanterna. O Flash começa a defesa com termos jurídicos em latim fora do contexto, enquanto a Mulher-Gavião nota uma ausência na plateia e se retira.Shayera encontra os outros Lanternas Verdes bebendo num bar. Ela questiona a lealdade deles ao Lanterna, mas eles não parecem interessados. Ela os ataca, para provocá-los
. O dono do bar pede para não usarem armas, então ela atira sua clava numa parede enquanto os Lanternas desativam os anéis. Quatro deles lutam, mas levam uma surra da thanagariana. Quando o último está prestes a ser nocauteado, Kilowog, que ficou quieto no seu canto, interrompe a briga. Ele diz que a Mulher-Gavião tem razão, e resolve ajudar o John. Shayera o segue, mas ao sair do bar vê Kanjar Ro conversando com um dos Caçadores.Quando os juízes percebem que o Flash só está tentando ganhar tempo, Kilowog chega. O Flash o apresenta como uma testemunha-surpresa. Enquanto isso, Superman e J'onn J'onzz estão na lua do destruído Ajuris 4. Superman pergunta se
J'onzz notou o que está errado, e ele começa a falar sobre a destruição do planeta. Superman o interrompe, e diz que há algo errado onde eles estão, e não acima. Só então J'onzz percebe: a lua continua orbitando um planeta que não existe mais, o que é impossível. Eles dizem que a lua deveria ter sumido no espaço no momento em que o planeta explodiu. No julgamento, Kilowog fala sobre o caráter de John Stewart. O Flash agradece, e passa a palavra ao advogado de acusação. Ele pergunta o que os Lanternas Verdes fazem, e Kilowog diz que eles prendem os vilões. O advogado pergunta então como eles sabem quem são os vilões, e Kilowog fica indeciso, diz que apenas sabe. O advogado continua dizendo que todos os dias os Lanternas tomam decisões de vida ou morte, e impõe essas decisões com seus anéis. Kilowog fica confuso e acaba concordando. O advogado pergunta quem lhes deu esse direito, e quem responde são os próprios Guardiões do Universo, que chegam nesse instante.Na lua de Ajuris 4, J'onzz encontra uma máquina gigantesca. Superman pergunta se ele tem ideia do que é a máquina, e J'onzz responde que se parece com um brinquedo holográfico que ele tinha quando criança, em Marte. Superman pergunta se a máquina estaria gerando uma ilusão, e o marciano responde que isso explicaria porque a lua continua em órbita do planeta. Nesse momento eles são atacados por Kanjar Ro, que tenta soterrá-los e foge em seguida, mas é interceptado pela Mulher-Gavião. Aparentemente, Kanjar Ro não conhecia suas vítimas: Superman escava os escombros sem esforço, e J'onzz fica intangível. Shayera consegue derrubar a nave do Kanjar Ro, e o Superman o tira de dentro dela. A Mulher-Gavião explica que o seguiu com uma nave "emprestada", e o Superman pergunta se é ele quem está por trás de tudo. Ela diz que não, e a resposta se completa na cena seguinte. Em Ajuris 5, os Caçadores comemoram a chegada da hora de sua vingança. O líder deles diz que o plano não apresentou falhas, eles conseguiram semear a discórdia na Tropa e ainda atrair os Guardiões, seus inimigos, para fora de Oa. Ele termina dizendo que nem os Guardiões do Universo podem escapar dos Caçadores.
No julgamento, o advogado de acusação interroga um dos Guardiões. Ele interrompe o anãozinho azul e o dispensa, exigindo uma sentença dos juízes. O Flash tenta intervir, mas não consegue, e os juízes se retiram para considerar os fatos. Enquanto o Flash diz ao Lanterna que fez tudo o que podia, e ele responde, mal-agradecido, que ele não deveria ter feito nada, os juízes retornam. Eles confirmam que John Stewart é culpado, e o condenam, junto com o Flash, ao extermínio. Uma bolha sai de dentro do chão, e os guardas os levam até ela. Quando a execução começa, Superman mais uma vez abre um rombo na cúpula e invade o tribunal, pedindo que parem. Ele salva o Lanterna e o Flash, tirando-os de dentro da bolha. Os juízes perguntam como ele se atreve a intervir, e ele responde que John é inocente e avisa a Mulher-Gavião que essa é a deixa dela. Na lua, Shayera destrói a máquina holográfica, e Ajuris 4 volta a ficar visível no céu. Superman explica que o planeta nunca foi destruído, era uma ilusão. John salta sobre Kanjar Ro e pergunta por quê ele fez isso, e ele responde que por dinheiro, pago pelos Caçadores. Superman nota os Guardiões saindo e diz ao Flash para irem atrás deles. O Flash chama o Lanterna, mas ele primeiro recupera o seu anel antes de sair voando.
Os Guardiões dizem que precisam voltar à Oa imediatamente, e o Flash pergunta por quê a pressa. Eles não respondem, nem quando o Superman repete a pergunta. O Lanterna pergunta a eles onde estão os Caçadores, e eles respondem que os robôs estão indo para Oa. O Lanterna estranha que eles saibam onde Oa fica, e os Guardiões dizem que foi lá que eles os criaram. Eles explicam que criaram os robôs antes da Tropa, pois pensavam que eles seria bons pacificadores, mas eles não conseguiam distinguir as sutilezas do bem e do mal. Superman pergunta porque eles não os destruíram, e eles respondem que os reprogramaram para tarefas menores, e os robôs pareceram não se importar.
Em Oa, os Caçadores já atacam, e outros Guardiões tentam se defender. Quando eles estão conseguindo invadir a base dos Guardiões, a Liga chega com o restante dos "smurfs". Eles conseguem destruir vários Caçadores, mas os robôs passam a usar as próprias armas dos Guardiões. J'onzz entra e consegue destruir o robô que estava controlando as defesas do planeta. A Mulher-Gavião chega com os outros Lanternas que estavam no julgamento. Dentro da fortaleza, o líder dos Caçadores chega à Bateria Central. John vai atrás dele, mas é derrubado antes de encontrá-lo. Ele tenta impedí-lo, mas o Caçador diz que não vai desistir até conseguir de volta o poder que os Guardiões "roubaram" deles. O robô consegue derrubá-lo de novo, e entra na bateria. Ele se transforma, absorvendo a energia da bateria, dos anéis dos Lanternas e até dos próprios Guardiões, que ficam desacordados. O Lanterna não desiste, recita seu famoso juramento, absorve de volta toda a energia e a devolve à bateria. O Guardiões acordam e agradecem a ele, dizendo que escolherem bem quando deram o anel a ele.
Os outros Lanternas também parabenizam e se desculpam com o John, mas ele não parece disposto a perdoar tão fácil. Ele se junta aos outros da Liga, e diz que eles acreditaram nele quando nem ele acreditava. O Flash diz que é pra isso que servem os amigos. O Lanterna envolve a todos numa bolha verde e diz "vamos para casa".
Crononologia: outro planeta também foi aparentemente destruído na série: o próprio Oa! No episódio "O Retorno" ("The Return"), da 1ª temporada de Liga da Justiça Sem Limites, o androide Amazo retorna à Terra querendo acertar as contas com Lex Luthor. No caminho, para não ter que se desviar de Oa, ele o faz desaparecer no vácuo. Ao ser confrontado pela Tropa, ele explica que não destruiu o planeta, apenas o teletransportou para outra dimensão, e o coloca de volta no lugar com um pensamento e um singelo "pronto".
Enquanto isso, nos quadrinhos: os Caçadores Cósmicos, como são conhecidos nos gibis, foram criados a milhões de anos atrás pelos Guardiões. Ao se revoltarem e tentarem roubar o poder da Bateria Central, eles foram derrotados e exilados pelos anõezinhos azuis nos confins do universo. Somente depois disso é que os Guardiões resolveram criar a Tropa dos Lanternas Verdes.
Próximo episódio: "Inimigo submarino, parte 1".
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sexta-feira, 8 de maio de 2009
Dossiê Liga da Justiça: Na noite mais escura, parte 1
Episódio 4, 1ª temporada
Quando o Lanterna Verde se entrega e é levado para julgamento em outro planeta, a Liga da Justiça resolve ir ajudar. Mas durante o julgamento eles descobrem que o Lanterna pode ser culpado do que é acusado: destruir um planeta inteiro, matando toda a sua população!
Onde comprar: Submarino
Onde baixar: RapidShare | MegaUpload (formato AVI, dublado)
Resumo do episódio (com spoilers): Um meirinho com um chifre na testa, pele alaranjada e olhos totalmente negros tenta manter uma plateia igualmente estranha de um a julgamento em ordem, num planeta distante. A multidão só se acalma quando o juiz surge em uma tela, exigindo silêncio. Ele diz que a Suprema Corte está reunida. Enquanto mais dois juízes surgem na tela, ele explica que nunca antes tantos haviam colocado suas diferenças de lado em prol de um único objetivo. A juíza ao seu lado continua dizendo que nunca houve um crime tão hediondo, que teve o poder de os unir. O terceiro magistrado completado falando que eles estão
reunidos para fazer justiça. O advogado da acusação se aproxima, e o juiz pergunta onde está o acusado. O advogado responde que ele ainda está a solta, e o juiz chama os robôs conhecidos como Caçadores. Os juízes dizem que o acusado não é um criminoso comum, e capturá-lo envolverá grande risco. Os androides respondem que "Ninguém escapa dos Caçadores!". Então o advogado revela a identidade do acusado: um nativo do planeta terra, o Lanterna Verde conhecido como John Stewart!
Na Terra, John Stewart está caminhando "a paisana", com um ar preocupado.
Ao passar por um mercado, ele percebe um assalto em andamento. Quando o ladrão tenta fugir, ele o impede usando o anel, devolvendo o dinheiro ao dono da loja. Depois ele passa por uma quadra de basquete, e agarra a bola de um garoto, que pede ela de volta. Ao tentar arremessá-la no aro ele erra, e o garoto sai correndo atrás da bola, indignado. Um senhor surge perguntando se ele se lembra quando acertava uma cesta como aquela de olhos fechados. Ele o reconhece como seu antigo professor de história. O professor apresenta-lhe o garoto, seu neto. Ele estranha, e o professor diz que ele esteve fora muito tempo, ao que o Lanterna responde "Talvez tempo demais", e os três saem caminhando juntos.
No satélite da Liga, Flash e Mulher-Gavião conversam. Ele pergunta se ela era da polícia. Ela responde que era detetive, e ele quer saber como era. Ela diz que é igual em qualquer lugar, existiam criminosos e ela os prendia. Ele pergunta, insinuante, como era quando ela estava de folga, se havia um "Homem-Gavião". Ela aproveita a chegada do J'onn J'onzz, faz uma cara zombeteira e se afasta, dizendo que vai cuidar da manutenção. Flash e J'onzz se entreolham, e ele pergunta se o marciano nunca se sente sozinho. Ele responde que mais do que ele imagina, e o Flash se desculpa. Um alarme soa, e J'onzz diz que é uma incursão. Eles vão até a janela e veem três robôs Caçadores voando em direção ao planeta. Flash diz que parece mais uma invasão, e J'onzz decide avisar aos outros.
Os três se preparam para sair na nave da Liga, o Javelin. J'onzz diz que Diana está em outro caso, Superman está ajudando em um terremoto e o Batman está ocupado, o que não surpreende a Shayera. Flash pergunta pelo Lanterna, e o marciano responde que não conseguiu contato. Eles descem à Terra. Numa barbearia, o professor de história do Lanterna leva seu neto para cortar o cabelo. John diz que ele vai dar trabalho, e o professor diz que o garoto lembra a ele quando criança. O Lanterna diz que preferia que não, mostrando que algo o preocupa. O professor diz que ele tem amigos reais, e pergunta o que o aborrece, mas ele não responde. Os Caçadores pousam na rua, assustando as pessoas. Os três integrantes da Liga os interrompem, perguntando o que eles querem. Eles respondem que querem John Stewart, o Lanterna Verde. Flash pergunta o porquê, e o Caçador diz que não é da conta dele. A Mulher-Gavião é a primeira a atacá-los, mas é atirada longe. Enquanto Flash corre atrás dela, J'onzz também ataca e também é derrubado. Ao tentar revidar, ele é arremessado em um prédio. Os robôs se afastam, mas um deles é derrubado por Shayera, que ainda ataca outro deles, mas é mais uma vez jogada longe. Na vez do Flash, ele também é derrubado.
Shayera insiste e é nocauteada, mas quando o Caçador vai desferir outro golpe é impedido pela chegada do Superman. Ele derruba um dos robôs e depois luta com outro, jogando-o em cima do primeiro. Ele diz ao Flash que o terremoto era leve, mas quando tenta perguntar o que está acontecendo ambos são atingidos pelo terceiro robô. Quando o Caçador tenta atacar de novo, é impedido por J'onn J'onzz. Mas ele se levanta e joga um carro no marciano, que é salvo pelo Flash. Superman segura o carro, mas ele explode, chamando a atenção do Lanterna, que ainda estava na barbearia. Ele veste suas "roupas de trabalho" e sai voando. Quando a Liga e os Caçadores tentam reiniciar o combate, ele os impede com um muro de luz verde. Ele se dirige até os robôs, e um deles lhe pergunta se ele é o Lanterna John Stewart. Ao confirmar, o robô lhe pede seu anel. Ele hesita, mas o entrega, causando espanto nos colegas. Ele pede aos outros que fiquem fora disso, e os Caçadores o algemam e se teletransportam com ele, deixando os amigos boquiabertos.
Ao chegar no planeta tribunal, uma multidão furiosa os recepciona. Um dos Caçadores lhe dá as boas vindas à Ajuris 5, e completa falando que ele não deve esperar que isso seja prazeroso. Em Oa, os Guardiões observam a cena. Eles discutem o que devem fazer. Um deles diz que com sorte o caso não deve afetá-los, mas podem ter que fazer sacrifícios. Enquanto isso, o Lanterna é hostilizado pela multidão quando levado pelos Caçadores até o tribunal. Na porta de entrada, cincos colegas Lanternas o esperam, lamentando-se de que ele foi o melhor deles. John diz que é bom vê-los, mas não é correspondido. Ao entrarem, um dos robôs esbarra num dos Lanternas, que o chama de estúpido. O robô tenta voltar e confrontá-lo, mas é impedido por outro, que diz que ainda não é a hora. Os Caçadores prendem John numa cela de energia, próximos a outros encarcerados, e dizem que o julgamento começará logo. Ele olha para o céu e se entristece ao ver uma espécie de anel de destroços de pedra em órbita.
No satélite da Liga, J'onzz tenta encontrar o Lanterna telepaticamente, e percebe que ele está olhando as estrelas. Eles conseguem identificar o planeta, Ajuris 5, em um mapa estelar holográfico, e partem para lá. Shayera diz que não entende porque o Lanterna entregou seu anel, e Superman responde que John é bem estranho. Shayera responde que está começando a achar que todos os humanos são e em seguida se desculpa, mas Superman responde, bem-humorado, que vai entender como um elogio. Ao tentar aterrissar o Javelin no planeta, eles são atacados por três naves. A Mulher-Gavião tenta responder ao ataque com as armas da nave, mas é impedida pelo Superman. Ele pede ao Flash que assuma o controle os três saem para confrontar os atacantes. A luta não dura muito, Superman e J'onn J'onzz logo conseguem inutilizar a capacidade de voo das naves. Shayera exagera um pouco e praticamente derruba a nave sobre a cidade, mas o Superman impede a queda. Enquanto isso, o Flash também tenta impedir o Javelin de cair. Ele reclama que ninguém perguntou se ele sabia pilotar a nave, mas consegue pousá-la sem prejuízos. Ao tentar desembarcar o Flash é atacado por vários soldados. Ele foge de volta para a nave, enquanto os outros três chegam e derrotam todos os soldados. Quando Flash sai novamente da nave, dizendo que estava tudo sob controle, J'onzz lê a mente de um dos soldados e descobre que o Lanterna está próximo, e pede que os outros o sigam.
No tribunal, o julgamento já começou. O advogado de acusação diz que não pode haver fuga da punição. Superman faz um buraco na cúpula do tribunal e eles entram. O meirinho pede ordem, e eles percebem que é um julgamento. O juiz pede que eles sejam retirados, mas o Superman mostra que isso não será possível. Quando os Caçadores se preparam para atacar, o Superman pede desculpas por atrapalhar, mas explica que são amigos do Lanterna. Os juízes os deixam ficar, mas dizem não irão permitir mais nenhuma interrupção. Ele se sentam no meio da multidão alienígena, enquanto o advogado chama sua primeira testemunha, Kanjar Ro, que concorda em ter sua mente sondada. O advogado pede a ele que se identifique, e ele diz seu nome e sua profissão, um pirata. O advogado pergunta por que um criminoso está ali para testemunhar, e ele responde que pode ter cometido crimes, mas nenhum que se compare ao do Lanterna. O advogado liga uma máquina sobre ele e pede que ele conte sobre o encontro com o John Stewart. Ele começa dizendo que estava levando um explosivos "encontrados" para Ajuris 4, quando o Lanterna surgiu. Kanjar Ro o atacou e o Lanterna arrancou o motor da sua nave com o anel. A nave caiu em uma lua, e o Lanterna o interrogou. Kanjar então mostrou que não estava sozinho, e quando o Lanterna olhou para trás viu uma pequena frota de naves, que o atacou. O Lanterna revidou, mas o raio disparado por ele refletiu no campo de força e foi em direção ao planeta, Ajuris 4, atingindo uma falha vulcânica e começando uma reação em cadeia.
O planeta explodiu, matando 3 bilhões de pessoas e criando o anel de detritos em órbita. O advogado diz que não tem mais perguntas. Os juízes, estarrecidos, resolvem colocar o julgamento em recesso. A Liga aproveita a pausa e vai falar com o Lanterna. Flash diz que entendeu porque ele se entregou, para limpar seu nome. A Mulher-Gavião fala que sabe que Kanjar Ro está mentindo, e quer cinco minutos com ele. Mas, dramático, o Lanterna diz que não quer que eles façam nada, que ninguém está mentindo, ele fez o que disseram e é culpado.
Crononologia: vários elementos da mitologia do Lanterna Verde voltarão a aparecer em episódios futuros, além da própria Tropa e dos Guardiões. Entre eles, dois nativos famosos de Korugar: Katma Tui, no episódio "Corações e Mentes" ("Hearts and Minds"), e Sinestro, o Lanterna renegado, no "Sociedade Secreta" ("Secret Society"), ambos da 2ª temporada.
Enquanto isso, nos quadrinhos: Ajuris 4 não é o primeiro planeta destruído indiretamente por John Stewart. Durante a saga "Odisseia Cósmica", a Liga se une aos Novos Deuses e a Darkseid para impedir que quatro espectros da Equação Antivida destruam a Terra, Rann, Thanagar e o desconhecido Xanshi, o que provocaria o colapso da galáxia. Eles se dividem e conseguem salvar os três primeiros, mas convencido de que poderia cuidar de Xanshi sozinho, o Lanterna impede o Caçador de Marte de ajudá-lo. Quando ele encontra a bomba que destruiria o planeta, ela está inteiramente pintada de amarelo, e ele não consegue impedí-la de explodir.
Próximo episódio: "Na noite mais escura, parte 2".
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Quando o Lanterna Verde se entrega e é levado para julgamento em outro planeta, a Liga da Justiça resolve ir ajudar. Mas durante o julgamento eles descobrem que o Lanterna pode ser culpado do que é acusado: destruir um planeta inteiro, matando toda a sua população!
Onde comprar: SubmarinoOnde baixar: RapidShare | MegaUpload (formato AVI, dublado)
Resumo do episódio (com spoilers): Um meirinho com um chifre na testa, pele alaranjada e olhos totalmente negros tenta manter uma plateia igualmente estranha de um a julgamento em ordem, num planeta distante. A multidão só se acalma quando o juiz surge em uma tela, exigindo silêncio. Ele diz que a Suprema Corte está reunida. Enquanto mais dois juízes surgem na tela, ele explica que nunca antes tantos haviam colocado suas diferenças de lado em prol de um único objetivo. A juíza ao seu lado continua dizendo que nunca houve um crime tão hediondo, que teve o poder de os unir. O terceiro magistrado completado falando que eles estão
reunidos para fazer justiça. O advogado da acusação se aproxima, e o juiz pergunta onde está o acusado. O advogado responde que ele ainda está a solta, e o juiz chama os robôs conhecidos como Caçadores. Os juízes dizem que o acusado não é um criminoso comum, e capturá-lo envolverá grande risco. Os androides respondem que "Ninguém escapa dos Caçadores!". Então o advogado revela a identidade do acusado: um nativo do planeta terra, o Lanterna Verde conhecido como John Stewart!Na Terra, John Stewart está caminhando "a paisana", com um ar preocupado.
Ao passar por um mercado, ele percebe um assalto em andamento. Quando o ladrão tenta fugir, ele o impede usando o anel, devolvendo o dinheiro ao dono da loja. Depois ele passa por uma quadra de basquete, e agarra a bola de um garoto, que pede ela de volta. Ao tentar arremessá-la no aro ele erra, e o garoto sai correndo atrás da bola, indignado. Um senhor surge perguntando se ele se lembra quando acertava uma cesta como aquela de olhos fechados. Ele o reconhece como seu antigo professor de história. O professor apresenta-lhe o garoto, seu neto. Ele estranha, e o professor diz que ele esteve fora muito tempo, ao que o Lanterna responde "Talvez tempo demais", e os três saem caminhando juntos.
No satélite da Liga, Flash e Mulher-Gavião conversam. Ele pergunta se ela era da polícia. Ela responde que era detetive, e ele quer saber como era. Ela diz que é igual em qualquer lugar, existiam criminosos e ela os prendia. Ele pergunta, insinuante, como era quando ela estava de folga, se havia um "Homem-Gavião". Ela aproveita a chegada do J'onn J'onzz, faz uma cara zombeteira e se afasta, dizendo que vai cuidar da manutenção. Flash e J'onzz se entreolham, e ele pergunta se o marciano nunca se sente sozinho. Ele responde que mais do que ele imagina, e o Flash se desculpa. Um alarme soa, e J'onzz diz que é uma incursão. Eles vão até a janela e veem três robôs Caçadores voando em direção ao planeta. Flash diz que parece mais uma invasão, e J'onzz decide avisar aos outros.
Os três se preparam para sair na nave da Liga, o Javelin. J'onzz diz que Diana está em outro caso, Superman está ajudando em um terremoto e o Batman está ocupado, o que não surpreende a Shayera. Flash pergunta pelo Lanterna, e o marciano responde que não conseguiu contato. Eles descem à Terra. Numa barbearia, o professor de história do Lanterna leva seu neto para cortar o cabelo. John diz que ele vai dar trabalho, e o professor diz que o garoto lembra a ele quando criança. O Lanterna diz que preferia que não, mostrando que algo o preocupa. O professor diz que ele tem amigos reais, e pergunta o que o aborrece, mas ele não responde. Os Caçadores pousam na rua, assustando as pessoas. Os três integrantes da Liga os interrompem, perguntando o que eles querem. Eles respondem que querem John Stewart, o Lanterna Verde. Flash pergunta o porquê, e o Caçador diz que não é da conta dele. A Mulher-Gavião é a primeira a atacá-los, mas é atirada longe. Enquanto Flash corre atrás dela, J'onzz também ataca e também é derrubado. Ao tentar revidar, ele é arremessado em um prédio. Os robôs se afastam, mas um deles é derrubado por Shayera, que ainda ataca outro deles, mas é mais uma vez jogada longe. Na vez do Flash, ele também é derrubado.
Shayera insiste e é nocauteada, mas quando o Caçador vai desferir outro golpe é impedido pela chegada do Superman. Ele derruba um dos robôs e depois luta com outro, jogando-o em cima do primeiro. Ele diz ao Flash que o terremoto era leve, mas quando tenta perguntar o que está acontecendo ambos são atingidos pelo terceiro robô. Quando o Caçador tenta atacar de novo, é impedido por J'onn J'onzz. Mas ele se levanta e joga um carro no marciano, que é salvo pelo Flash. Superman segura o carro, mas ele explode, chamando a atenção do Lanterna, que ainda estava na barbearia. Ele veste suas "roupas de trabalho" e sai voando. Quando a Liga e os Caçadores tentam reiniciar o combate, ele os impede com um muro de luz verde. Ele se dirige até os robôs, e um deles lhe pergunta se ele é o Lanterna John Stewart. Ao confirmar, o robô lhe pede seu anel. Ele hesita, mas o entrega, causando espanto nos colegas. Ele pede aos outros que fiquem fora disso, e os Caçadores o algemam e se teletransportam com ele, deixando os amigos boquiabertos.
Ao chegar no planeta tribunal, uma multidão furiosa os recepciona. Um dos Caçadores lhe dá as boas vindas à Ajuris 5, e completa falando que ele não deve esperar que isso seja prazeroso. Em Oa, os Guardiões observam a cena. Eles discutem o que devem fazer. Um deles diz que com sorte o caso não deve afetá-los, mas podem ter que fazer sacrifícios. Enquanto isso, o Lanterna é hostilizado pela multidão quando levado pelos Caçadores até o tribunal. Na porta de entrada, cincos colegas Lanternas o esperam, lamentando-se de que ele foi o melhor deles. John diz que é bom vê-los, mas não é correspondido. Ao entrarem, um dos robôs esbarra num dos Lanternas, que o chama de estúpido. O robô tenta voltar e confrontá-lo, mas é impedido por outro, que diz que ainda não é a hora. Os Caçadores prendem John numa cela de energia, próximos a outros encarcerados, e dizem que o julgamento começará logo. Ele olha para o céu e se entristece ao ver uma espécie de anel de destroços de pedra em órbita.
No satélite da Liga, J'onzz tenta encontrar o Lanterna telepaticamente, e percebe que ele está olhando as estrelas. Eles conseguem identificar o planeta, Ajuris 5, em um mapa estelar holográfico, e partem para lá. Shayera diz que não entende porque o Lanterna entregou seu anel, e Superman responde que John é bem estranho. Shayera responde que está começando a achar que todos os humanos são e em seguida se desculpa, mas Superman responde, bem-humorado, que vai entender como um elogio. Ao tentar aterrissar o Javelin no planeta, eles são atacados por três naves. A Mulher-Gavião tenta responder ao ataque com as armas da nave, mas é impedida pelo Superman. Ele pede ao Flash que assuma o controle os três saem para confrontar os atacantes. A luta não dura muito, Superman e J'onn J'onzz logo conseguem inutilizar a capacidade de voo das naves. Shayera exagera um pouco e praticamente derruba a nave sobre a cidade, mas o Superman impede a queda. Enquanto isso, o Flash também tenta impedir o Javelin de cair. Ele reclama que ninguém perguntou se ele sabia pilotar a nave, mas consegue pousá-la sem prejuízos. Ao tentar desembarcar o Flash é atacado por vários soldados. Ele foge de volta para a nave, enquanto os outros três chegam e derrotam todos os soldados. Quando Flash sai novamente da nave, dizendo que estava tudo sob controle, J'onzz lê a mente de um dos soldados e descobre que o Lanterna está próximo, e pede que os outros o sigam.
No tribunal, o julgamento já começou. O advogado de acusação diz que não pode haver fuga da punição. Superman faz um buraco na cúpula do tribunal e eles entram. O meirinho pede ordem, e eles percebem que é um julgamento. O juiz pede que eles sejam retirados, mas o Superman mostra que isso não será possível. Quando os Caçadores se preparam para atacar, o Superman pede desculpas por atrapalhar, mas explica que são amigos do Lanterna. Os juízes os deixam ficar, mas dizem não irão permitir mais nenhuma interrupção. Ele se sentam no meio da multidão alienígena, enquanto o advogado chama sua primeira testemunha, Kanjar Ro, que concorda em ter sua mente sondada. O advogado pede a ele que se identifique, e ele diz seu nome e sua profissão, um pirata. O advogado pergunta por que um criminoso está ali para testemunhar, e ele responde que pode ter cometido crimes, mas nenhum que se compare ao do Lanterna. O advogado liga uma máquina sobre ele e pede que ele conte sobre o encontro com o John Stewart. Ele começa dizendo que estava levando um explosivos "encontrados" para Ajuris 4, quando o Lanterna surgiu. Kanjar Ro o atacou e o Lanterna arrancou o motor da sua nave com o anel. A nave caiu em uma lua, e o Lanterna o interrogou. Kanjar então mostrou que não estava sozinho, e quando o Lanterna olhou para trás viu uma pequena frota de naves, que o atacou. O Lanterna revidou, mas o raio disparado por ele refletiu no campo de força e foi em direção ao planeta, Ajuris 4, atingindo uma falha vulcânica e começando uma reação em cadeia.
O planeta explodiu, matando 3 bilhões de pessoas e criando o anel de detritos em órbita. O advogado diz que não tem mais perguntas. Os juízes, estarrecidos, resolvem colocar o julgamento em recesso. A Liga aproveita a pausa e vai falar com o Lanterna. Flash diz que entendeu porque ele se entregou, para limpar seu nome. A Mulher-Gavião fala que sabe que Kanjar Ro está mentindo, e quer cinco minutos com ele. Mas, dramático, o Lanterna diz que não quer que eles façam nada, que ninguém está mentindo, ele fez o que disseram e é culpado.
Crononologia: vários elementos da mitologia do Lanterna Verde voltarão a aparecer em episódios futuros, além da própria Tropa e dos Guardiões. Entre eles, dois nativos famosos de Korugar: Katma Tui, no episódio "Corações e Mentes" ("Hearts and Minds"), e Sinestro, o Lanterna renegado, no "Sociedade Secreta" ("Secret Society"), ambos da 2ª temporada.
Enquanto isso, nos quadrinhos: Ajuris 4 não é o primeiro planeta destruído indiretamente por John Stewart. Durante a saga "Odisseia Cósmica", a Liga se une aos Novos Deuses e a Darkseid para impedir que quatro espectros da Equação Antivida destruam a Terra, Rann, Thanagar e o desconhecido Xanshi, o que provocaria o colapso da galáxia. Eles se dividem e conseguem salvar os três primeiros, mas convencido de que poderia cuidar de Xanshi sozinho, o Lanterna impede o Caçador de Marte de ajudá-lo. Quando ele encontra a bomba que destruiria o planeta, ela está inteiramente pintada de amarelo, e ele não consegue impedí-la de explodir.
Próximo episódio: "Na noite mais escura, parte 2".
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segunda-feira, 4 de maio de 2009
Vem aí mais uma ressureição nos quadrinhos
*** Alerta de spoilers - leia por sua conta e risco!! ***
Depois de duas ressurreições recentes, de Jason Todd e do Flash Barry Allen, e de duas mortes polêmicas, de J'onn J'onzz e Batman (que, aliás, parece que não morreu mesmo), a DC parece não ter cansado de polemizar sobre o assunto e vai trazer de volta do mundo dos mortos mais um herói, e dos que morreram recentemente: Superboy.
Estamos falando aqui de Conner Kent, também conhecido como Kon-El, é claro. O clone mistureba do Superman com Lex Luthor, criado pelo Cadmus (e pelo roteirista Karl Kesel com o desenhista Tom Grummet), na época da ressurreição do Superman. É, precisamos reconhecer que o assunto é meio recorrente.
Ainda não sei os detalhes de como ele voltou, apenas de quando: na edição #4 de Legion of Three Worlds, parte da minissérie da Legião dos Super-Heróis que sai em agosto. Ele volta a vida graças a Brainiac e Astro, para ajudar a Legião a enfrentar o seu algoz, o Superman Primordial. Não sei exatamente o que eles fazem para ressuscitar o garoto de aço, mas, quer saber, se for clonagem tá valendo, o cara já é um clone mesmo!
Os fãs mais xiitas, que pedem por "realismo" nas histórias em quadrinhos, costumam chiar bastante sempre que ocorre um retorno do mundo dos mortos. E eles sempre entram em choque com os fãs mais moderados, que gostam dos personagens e comemoram suas voltas. Eu acho que na verdade tudo depende do modo como aconteceu a morte e o retorno. Se a história for boa, não vejo problema algum. Deixa eu analisar alguns exemplos:
Superman: os gibis andavam com as vendas lá embaixo. A Image ainda não tinha surgido, e os filmes do Batman do Michael Keaton não tinham feito ninguém correr às bancas e gibiterias. Então alguém na DC teve uma ideia brilhante: "vamos matar o Superman!" Por um momento, deu certo. As vendas foram às alturas, a imprensa não especializada divulgou a notícia a rodo, e a editora Abril até adiantou a cronologia para publicar a história logo e não perder o bonde. O problema foi a história: um monstrão aparece do nada, derrota todos os heróis que encontra pelo caminho, e só é detido pelo Superman, que morre no processo. Mas como a DC não poderia ficar sem o seu principal personagem, ele logo voltou, dizendo que na verdade não tinha morrido, só estava em um estranho estado de hibernação kriptoniano! Conclusão: inaceitável, melhor fingir que nunca aconteceu.
Homem-Aranha: é isso mesmo, ele também morreu e voltou. E apesar do Amigão da Vizinhança ser tão famoso quanto os figurões da DC, a história não foi tão divulgada. Fora dos quadrinhos, parece que ninguém percebeu. Na saga "O Outro", parte do evento de "Vingadores - A Queda", o Homem-Aranha é derrotado pelo vilão Morlun, e só consegue dar a volta por cima num último esforço para salvar a Mary-Jane, morrendo em seguida. Seu corpo é levado para a Torre Stark, mas uma coisa foge de dentro dele, deixando apenas uma casca vazia. Depois de passar um tempo num casulo, a coisa se revela o próprio Peter Parker, totalmente recuperado (conhece aquela, "morri mas sarei"? então...) e ainda por cima com novos poderes: teias orgânicas, estacas que saem dos antebraços e algumas coisinhas mais. Conclusão: inaceitável, foi apenas uma tentativa de deixar o Aranha dos quadrinhos mais parecido com o dos filmes. Aliás, a única coisa legal da horripilante "Um Dia a Mais" foi a volta dos lançadores de teia mecânicos.
Lanterna Verde Hal Jordan: na época do retorno do Superman, a cidade do Hal Jordan, Coast City, foi destruída pelo Mongul. O cara pirou e mudou de lado, virando vilão Paralax. Mas na saga "Noite Final", ele se sacrificou para salvar o sol, e se tornou o hospedeiro do Espectro. Depois, descobriu-se que Paralax era uma entidade, que havia sido aprisionada pelos Guardiões na bateria central de Oa, e se apassou do Jordan. Quando ele se separou do Espectro, também aproveitou para voltar ao mundo dos vivos, e até rejuvenesceu um pouco. Aceitável, mas só a ressureição, porque virar vilão foi intragável, e ele tinha que voltar pra não ficar só nisso. Durante sua fase Espectro, ele foi o responsável pelo retorno de outro herói:
Arqueiro Verde: morto durante um ataque terrorista à Metropolis, Oliver Queen preferiu morrer a ter o seu braço direto decepado pelo Superman, única chance de escapar à uma explosão. Quando ele estava tranquilo no Paraíso, praticando tiro ao alvo, o Espectro / Hal Jordan aparece e diz que um vilão havia ressuscitado seu corpo sem a alma. Então ele precisa voltar e ocupar seu corpo novamente, o que o próprio Espectro providencia. Conclusão: aceitável, tanto a morte quanto a volta foram boas histórias. Aliás, a volta rendeu uma das melhores histórias do personagem em sua história.
Jason Todd: a DC percebeu que o substituto do Dick Grayson não era popular entre os fãs, então abriu uma votação para decidir o destino dele. Resultado: morto pelo Coringa. Aí, muitos anos depois, resolvem trazê-lo de volta durante a Crise Infinita, como resultado dos socos dados na parede da realidade pelo então Superboy Primordial, quando ainda preso na dimensão paralela para onde o Lex Luthor da Terra-3 levou ele e Superman e Lois Lane da Terra-2. Dá pra engolir um troço desses? Resultado: completamente inaceitável. Se fosse só uma alteração na realidade até ainda valia, mas "socos na realidade"? Fala sério...
Elektra: morta pelo Mercenário usando sua própria adaga, a ninja foi em seguida ressuscitada pela Hidra, para trabalhar como assassina para eles. Conclusão: aceitável, já que foi usada magia, não foi por esforço próprio, e acabou virando o ponto central na história da personagem. Mas afinal, quantas vezes ela morreu e voltou?
Jean Grey: essa já morreu e ressuscitou várias vezes. E sempre em momentos dramáticos. Mas o nome dela é Fênix, aquela ave da mitologia grega que sempre ressuscitava. Conclusão: perfeitamente aceitável. Aliás, seria realmente muito estranho se ela não ressucitasse.
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Depois de duas ressurreições recentes, de Jason Todd e do Flash Barry Allen, e de duas mortes polêmicas, de J'onn J'onzz e Batman (que, aliás, parece que não morreu mesmo), a DC parece não ter cansado de polemizar sobre o assunto e vai trazer de volta do mundo dos mortos mais um herói, e dos que morreram recentemente: Superboy.
Estamos falando aqui de Conner Kent, também conhecido como Kon-El, é claro. O clone mistureba do Superman com Lex Luthor, criado pelo Cadmus (e pelo roteirista Karl Kesel com o desenhista Tom Grummet), na época da ressurreição do Superman. É, precisamos reconhecer que o assunto é meio recorrente.
Ainda não sei os detalhes de como ele voltou, apenas de quando: na edição #4 de Legion of Three Worlds, parte da minissérie da Legião dos Super-Heróis que sai em agosto. Ele volta a vida graças a Brainiac e Astro, para ajudar a Legião a enfrentar o seu algoz, o Superman Primordial. Não sei exatamente o que eles fazem para ressuscitar o garoto de aço, mas, quer saber, se for clonagem tá valendo, o cara já é um clone mesmo!
Os fãs mais xiitas, que pedem por "realismo" nas histórias em quadrinhos, costumam chiar bastante sempre que ocorre um retorno do mundo dos mortos. E eles sempre entram em choque com os fãs mais moderados, que gostam dos personagens e comemoram suas voltas. Eu acho que na verdade tudo depende do modo como aconteceu a morte e o retorno. Se a história for boa, não vejo problema algum. Deixa eu analisar alguns exemplos:
Superman: os gibis andavam com as vendas lá embaixo. A Image ainda não tinha surgido, e os filmes do Batman do Michael Keaton não tinham feito ninguém correr às bancas e gibiterias. Então alguém na DC teve uma ideia brilhante: "vamos matar o Superman!" Por um momento, deu certo. As vendas foram às alturas, a imprensa não especializada divulgou a notícia a rodo, e a editora Abril até adiantou a cronologia para publicar a história logo e não perder o bonde. O problema foi a história: um monstrão aparece do nada, derrota todos os heróis que encontra pelo caminho, e só é detido pelo Superman, que morre no processo. Mas como a DC não poderia ficar sem o seu principal personagem, ele logo voltou, dizendo que na verdade não tinha morrido, só estava em um estranho estado de hibernação kriptoniano! Conclusão: inaceitável, melhor fingir que nunca aconteceu.
Homem-Aranha: é isso mesmo, ele também morreu e voltou. E apesar do Amigão da Vizinhança ser tão famoso quanto os figurões da DC, a história não foi tão divulgada. Fora dos quadrinhos, parece que ninguém percebeu. Na saga "O Outro", parte do evento de "Vingadores - A Queda", o Homem-Aranha é derrotado pelo vilão Morlun, e só consegue dar a volta por cima num último esforço para salvar a Mary-Jane, morrendo em seguida. Seu corpo é levado para a Torre Stark, mas uma coisa foge de dentro dele, deixando apenas uma casca vazia. Depois de passar um tempo num casulo, a coisa se revela o próprio Peter Parker, totalmente recuperado (conhece aquela, "morri mas sarei"? então...) e ainda por cima com novos poderes: teias orgânicas, estacas que saem dos antebraços e algumas coisinhas mais. Conclusão: inaceitável, foi apenas uma tentativa de deixar o Aranha dos quadrinhos mais parecido com o dos filmes. Aliás, a única coisa legal da horripilante "Um Dia a Mais" foi a volta dos lançadores de teia mecânicos.
Lanterna Verde Hal Jordan: na época do retorno do Superman, a cidade do Hal Jordan, Coast City, foi destruída pelo Mongul. O cara pirou e mudou de lado, virando vilão Paralax. Mas na saga "Noite Final", ele se sacrificou para salvar o sol, e se tornou o hospedeiro do Espectro. Depois, descobriu-se que Paralax era uma entidade, que havia sido aprisionada pelos Guardiões na bateria central de Oa, e se apassou do Jordan. Quando ele se separou do Espectro, também aproveitou para voltar ao mundo dos vivos, e até rejuvenesceu um pouco. Aceitável, mas só a ressureição, porque virar vilão foi intragável, e ele tinha que voltar pra não ficar só nisso. Durante sua fase Espectro, ele foi o responsável pelo retorno de outro herói:
Arqueiro Verde: morto durante um ataque terrorista à Metropolis, Oliver Queen preferiu morrer a ter o seu braço direto decepado pelo Superman, única chance de escapar à uma explosão. Quando ele estava tranquilo no Paraíso, praticando tiro ao alvo, o Espectro / Hal Jordan aparece e diz que um vilão havia ressuscitado seu corpo sem a alma. Então ele precisa voltar e ocupar seu corpo novamente, o que o próprio Espectro providencia. Conclusão: aceitável, tanto a morte quanto a volta foram boas histórias. Aliás, a volta rendeu uma das melhores histórias do personagem em sua história.
Jason Todd: a DC percebeu que o substituto do Dick Grayson não era popular entre os fãs, então abriu uma votação para decidir o destino dele. Resultado: morto pelo Coringa. Aí, muitos anos depois, resolvem trazê-lo de volta durante a Crise Infinita, como resultado dos socos dados na parede da realidade pelo então Superboy Primordial, quando ainda preso na dimensão paralela para onde o Lex Luthor da Terra-3 levou ele e Superman e Lois Lane da Terra-2. Dá pra engolir um troço desses? Resultado: completamente inaceitável. Se fosse só uma alteração na realidade até ainda valia, mas "socos na realidade"? Fala sério...
Elektra: morta pelo Mercenário usando sua própria adaga, a ninja foi em seguida ressuscitada pela Hidra, para trabalhar como assassina para eles. Conclusão: aceitável, já que foi usada magia, não foi por esforço próprio, e acabou virando o ponto central na história da personagem. Mas afinal, quantas vezes ela morreu e voltou?
Jean Grey: essa já morreu e ressuscitou várias vezes. E sempre em momentos dramáticos. Mas o nome dela é Fênix, aquela ave da mitologia grega que sempre ressuscitava. Conclusão: perfeitamente aceitável. Aliás, seria realmente muito estranho se ela não ressucitasse.
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Darth Vader em versão rádio-relógio
Ele pode ser descrito como uma opção perfeita de presente para o seu amigo nerd: um rádio-relógio do Darth Vader! Apesar de assustar os "não-iniciados", a peça beira a perfeição. Observe na imagem que a hora é mostrada nos olhos, os ajustes de volume e sintonia são feitos pelos botões na máscara, e o alto-falante fica na posição da boca. Além disso, ainda tem entrada para som auxiliar, onde você pode plugar o seu mp3 player. Fabricado e vendido pela Sakar (www.sakar.com), custa US$ 29,90.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Dossiê Liga da Justiça: Origens Secretas, parte 3
Episódio 3, 1ª temporada
Os heróis são capturados pelos alienígenas, e tudo parece perdido com a chegada do Império, a inteligência que controla os invasores. Mas uma surpresa guardada por J'onn J'onzz muda os rumos da batalha, e eles conseguem derrotar os oponentes.
Onde comprar: Submarino
Onde baixar: RapidShare | MegaUpload (formato AVI, dublado)
Resumo do episódio (com spoilers): Na subestação da Waynetech em Metropolis, aquela mesma que foi sabotada no primeiro episódio, os cientistas consertam a antena destruída. Ao fazer isso descobrem que alguma coisa muita grande vem em direção à Terra, que a essa altura já está totalmente encoberta pela fumaça. O governo confirma a chegada desse novo objeto, pelo menos cinco vezes maior do que os primeiros. O senador Carter pede calma à população na TV, mas os tumultos começam, com saqueadores e pregadores do a
pocalipse. Conversando com J'onn J'onzz, Diana diz que acha que sua mãe tem razão, os homens são selvagens. Mas J'onzz diz para não julgá-los, eles estão com medo. O Lanterna aparece e salva algumas crianças presas sob escombros. Depois ele e o Flash encontram Diana e o marciano. A Mulher-Maravilha explica que eles os chamaram para ajudar Superman e a Mulher-Gavião, capturados pelos invasores na fábrica de fumaça em Metropolis. O Lanterna pergunta pelo Batman, e J'onzz responde, dramático, que ele foi heroico, até o fim. Diana confirma que ele morreu. O Lanterna diz que a situação não é boa.
Enquanto os invasores continuam destruindo tudo em Metropolis, os
heróis planejam invadir a fábrica de fumaça para resgatar Superman e a Mulher-Gavião. O Lanterna pergunta a J'onzz se ele tem certeza de que eles ainda estão lá dentro, mas ele parece distraído. Ele confirma que os dois estão lá dentro e ainda vivos, mas diz que eles precisam ser rápidos, pois o Império já está chegando. Flash questiona, e ele explica que o Império é a inteligência suprema que controla os invasores. Eles decidem entrar, e o Lanterna pede ao Flash que crie uma distração e à Mulher-Maravilha que lhe dê cobertura. Flash chama a atenção da máquina que guarda a fábrica, conseguindo destruí-la
explodindo um dos seus pontos de apoio. Os outros três entram sorrateiramente na fábrica, pelo buraco feito pelo Superman. O marciano os orienta dentro da estrutura, e logo o Flash os alcança. Eles escultam alguns invasores conversando e se escondem. J'onzz pede que eles esperem e muda de forma para se passar por um dos invasores. Ele parece entregar os seus amigos, mas ataca os invasores antes que eles façam qualquer coisa. Flash pergunta se é só nele que o marciano causa arrepios.
Eles continuam avançando, e J'onzz diz que eles estão perto. Ele diz que os sente atrás de uma parede. Diana tenta forçar a parede, mas, sem sucesso, o Lanterna resolve abrir um buraco com o anel. J'onzz diz que eles não tem muito tempo. Do lado de fora, uma nave enorme surge no céu, destruindo mais ainda a cidade. O Lanterna finalmente consegue abrir a parede, e eles encontram Superman e a Mulher-Gavião pendurados no teto, desacordados. Mas ao se aproximarem, J'onzz percebe que tem alguma coisa errada. Os invasores que estavam se passando pelos dois heróis capturados acordam, e o buraco na parede se fecha: é uma armadilha. Um gás é liberado, e todos desmaiam. Os sete acordam amarrados, e Superman diz que eles não deveriam ter se arriscado. J'onzz questiona se ele teria agido diferente. Quando todos acordam, O líder dos invasores se revela como o senador Carter, que na verdade morreu em Marte. Superman percebe então que foi usado para baixar as defesas da Terra, e Carter agradece por ele ter deixados os humanos indefesos. Então uma pequena nave sai de dentro da maior que acabou de chegar, e Carter e os invasores reverenciam o ser que sai de dentro dela, a quem eles chamam de Império.
O Império, uma bolha flutuante com tentáculos, dirige-se imediatamente a J'onn J'onzz, como se tivesse saudades dele. Eles o libertam, mas o torturam com raios até que ele assume sua forma marciana e quase desmaia. O Império diz que ele o desafia a séculos, e ele responde que nunca vai se curvar diante dele ou de qualquer um da sua espécie. A bolha flutuante diz então que vai terminar o que já devia ter feito a muito tempo, erradicar o último marciano, e começa a torturá-lo com seus tentáculos. O Império tenta obrigá-lo a se render, dizendo que ele já perdeu a batalha. Quando J'onzz questiona essa derrota, o Império descobre que ele está escondendo alguma coisa. J'onzz pergunta se ele está com medo, e depois diz a alguém para agir com um sofrido "Agora!". Uma explosão no tal cristal iônico da matriz revela o que ele estava escondendo: Batman! J'onzz explica que ele o bloqueou metalmente para não ser detectado, enquanto Batman coloca um objeto no cristal que, segundo ele, reverte a carga dos íons. Os invasores tentam destruir o cristal, mas ele está protegido por uma casca. A fábrica passa então a limpar o ar, em vez de poluí-lo com fumaça, revelando o céu azul e o sol brilhando sobre Metropolis.
Quando os raios solares atingem os invasores, vários deles se dissolvem. J'onzz se liberta do Império e arrasta-o para a luz do sol, que começa a destruí-lo. Ele pergunta se eles vivem escondidos porque sua pele podre se queima sob o sol, enquanto o Império agoniza. Batman começa a libertar seus colegas enquanto explica que os invasores não resistem à radiação dos raios ultravioletas. Superman lembra que sua visão de calor também é composta por esses raios e a usa para se libertar. Diana diz ao Batman que ele realmente achou a fraqueza dos invasores. Os invasores tentam revidar atacando os heróis, mas todos são libertos e se defendem. Os voadores começam a abrir rombos nas paredes da fábrica, o que faz com que vários dos alienígenas sejam dissolvidos pela luz solar. Enquanto isso, o Império consegue se livrar do marciano e foge para sua nave, jogando o falso Carter para a morte. Diana percebe a fuga, e com seu laço ancora a nave do Império. Ela é atingida por um disparo, mas a Mulher-Gavião voa atrás da nave e as duas impedem a fuga. Shayera destrói a nave com sua maça, derrubando-a sobre a fábrica. Os heróis fogem de dentro da estrutura que está desabando, levando consigo várias pessoas que também eram prisioneiras dos invasores. Quando eles finalmente conseguem sair, a fábrica explode, no momento em que a nave maior que trouxe o Império foge para o espaço, e os heróis assistem enquanto o ar fica mais limpo.
O repórter Snapper Carr conta que Superman e os outros ajudaram a espantar o restante dos invasores ao redor do mundo. Entrevistado, um militar diz que o planeta teve sorte, e questiona o que fazer caso os invasores retornem, o que faz o Batman pensar no assunto, na Batcaverna. Tempos depois, já no satélite de vigilância, Superman se diz impressionado com a torre. Batman explica que o satélite foi construído como um item camuflado no orçamento de pesquisa de suas empresas, e que ele servirá como um alerta para detectar outras invasões espaciais. Quando todos se reúnem, o Lanterna Verde pergunta por que eles estão ali. Superman diz que se enganou ao imaginar que poderia salvar o mundo sozinho, que o trabalho em equipe salvou o planeta, e que agora ele acredita que eles deve trabalhar juntos em uma equipe, como uma força da paz. O Flash pergunta se eles serão um bando de "super-amigos", e o Superman responde que prefere Liga da Justiça. O Flash acha cafona, mas concorda com a idéia, no que é imitado pelos demais, exceto o Batman, que diz que não é muito sociável, por isso vai ajudar apenas quando necessário.
Diana nota que J'onzz não está com eles, e resolvem procurá-lo. Superman o encontra e pergunta se está tudo bem. Ele explica que sua família e entes queridos morreram a muito tempo, e ele é o último de sua raça. Superman diz que sabe como ele se sente. J'onzz lamenta que Marte está morto, mas Superman diz que seria uma honra se ele considerasse a Terra como seu novo lar, levando-o para junto dos demais. E assim começa a aventura!
Crononologia: apesar de salvar a Liga em diversas ocasiões, provando que um homem obstinado pode ser tão ou mais valioso numa equipe do que alguém com superpoderes, Batman realmente não se tornou um membro regular na equipe. Como no episódio "Pânico nos Céus" ("Panic in the Sky"), da 2ª temporada de Liga da Justiça Sem Limites, em que a Liga resolve se entregar ao Projeto Cadmus, mas o morcegão se recusa a se juntar a eles. "Sou apenas um membro esporádico, esqueceram?", pergunta ele, antes de de desligar abruptamente a comunicação.
Enquanto isso, nos quadrinhos: a trama de Origens Secretas tem alguns pontos em comum com o incrível arco de histórias "Nova Ordem Mundial", do escritor escocês maluco Grant Morrisson. Na história, a Terra é invadida por um grupo de marcianos brancos, que ao contrário dos verdinhos são guerreiros natos. Os invasores conseguem dominar praticamente todos os heróis, exceto o Batman. O morcegão descobre o segredo dos invasores e os derrota um a um, usando sua única fraqueza: o fogo. Essa história surpreendente, que levou a Liga da Justiça de volta ao seu devido lugar de destaque nos quadrinhos, foi republicada recentemente pela Panini, e pode ser encontrada no Submarino.
Próximo episódio: "Na noite mais escura, parte 1".
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Os heróis são capturados pelos alienígenas, e tudo parece perdido com a chegada do Império, a inteligência que controla os invasores. Mas uma surpresa guardada por J'onn J'onzz muda os rumos da batalha, e eles conseguem derrotar os oponentes.
Onde comprar: SubmarinoOnde baixar: RapidShare | MegaUpload (formato AVI, dublado)
Resumo do episódio (com spoilers): Na subestação da Waynetech em Metropolis, aquela mesma que foi sabotada no primeiro episódio, os cientistas consertam a antena destruída. Ao fazer isso descobrem que alguma coisa muita grande vem em direção à Terra, que a essa altura já está totalmente encoberta pela fumaça. O governo confirma a chegada desse novo objeto, pelo menos cinco vezes maior do que os primeiros. O senador Carter pede calma à população na TV, mas os tumultos começam, com saqueadores e pregadores do a
pocalipse. Conversando com J'onn J'onzz, Diana diz que acha que sua mãe tem razão, os homens são selvagens. Mas J'onzz diz para não julgá-los, eles estão com medo. O Lanterna aparece e salva algumas crianças presas sob escombros. Depois ele e o Flash encontram Diana e o marciano. A Mulher-Maravilha explica que eles os chamaram para ajudar Superman e a Mulher-Gavião, capturados pelos invasores na fábrica de fumaça em Metropolis. O Lanterna pergunta pelo Batman, e J'onzz responde, dramático, que ele foi heroico, até o fim. Diana confirma que ele morreu. O Lanterna diz que a situação não é boa.Enquanto os invasores continuam destruindo tudo em Metropolis, os
heróis planejam invadir a fábrica de fumaça para resgatar Superman e a Mulher-Gavião. O Lanterna pergunta a J'onzz se ele tem certeza de que eles ainda estão lá dentro, mas ele parece distraído. Ele confirma que os dois estão lá dentro e ainda vivos, mas diz que eles precisam ser rápidos, pois o Império já está chegando. Flash questiona, e ele explica que o Império é a inteligência suprema que controla os invasores. Eles decidem entrar, e o Lanterna pede ao Flash que crie uma distração e à Mulher-Maravilha que lhe dê cobertura. Flash chama a atenção da máquina que guarda a fábrica, conseguindo destruí-la
explodindo um dos seus pontos de apoio. Os outros três entram sorrateiramente na fábrica, pelo buraco feito pelo Superman. O marciano os orienta dentro da estrutura, e logo o Flash os alcança. Eles escultam alguns invasores conversando e se escondem. J'onzz pede que eles esperem e muda de forma para se passar por um dos invasores. Ele parece entregar os seus amigos, mas ataca os invasores antes que eles façam qualquer coisa. Flash pergunta se é só nele que o marciano causa arrepios.Eles continuam avançando, e J'onzz diz que eles estão perto. Ele diz que os sente atrás de uma parede. Diana tenta forçar a parede, mas, sem sucesso, o Lanterna resolve abrir um buraco com o anel. J'onzz diz que eles não tem muito tempo. Do lado de fora, uma nave enorme surge no céu, destruindo mais ainda a cidade. O Lanterna finalmente consegue abrir a parede, e eles encontram Superman e a Mulher-Gavião pendurados no teto, desacordados. Mas ao se aproximarem, J'onzz percebe que tem alguma coisa errada. Os invasores que estavam se passando pelos dois heróis capturados acordam, e o buraco na parede se fecha: é uma armadilha. Um gás é liberado, e todos desmaiam. Os sete acordam amarrados, e Superman diz que eles não deveriam ter se arriscado. J'onzz questiona se ele teria agido diferente. Quando todos acordam, O líder dos invasores se revela como o senador Carter, que na verdade morreu em Marte. Superman percebe então que foi usado para baixar as defesas da Terra, e Carter agradece por ele ter deixados os humanos indefesos. Então uma pequena nave sai de dentro da maior que acabou de chegar, e Carter e os invasores reverenciam o ser que sai de dentro dela, a quem eles chamam de Império.
O Império, uma bolha flutuante com tentáculos, dirige-se imediatamente a J'onn J'onzz, como se tivesse saudades dele. Eles o libertam, mas o torturam com raios até que ele assume sua forma marciana e quase desmaia. O Império diz que ele o desafia a séculos, e ele responde que nunca vai se curvar diante dele ou de qualquer um da sua espécie. A bolha flutuante diz então que vai terminar o que já devia ter feito a muito tempo, erradicar o último marciano, e começa a torturá-lo com seus tentáculos. O Império tenta obrigá-lo a se render, dizendo que ele já perdeu a batalha. Quando J'onzz questiona essa derrota, o Império descobre que ele está escondendo alguma coisa. J'onzz pergunta se ele está com medo, e depois diz a alguém para agir com um sofrido "Agora!". Uma explosão no tal cristal iônico da matriz revela o que ele estava escondendo: Batman! J'onzz explica que ele o bloqueou metalmente para não ser detectado, enquanto Batman coloca um objeto no cristal que, segundo ele, reverte a carga dos íons. Os invasores tentam destruir o cristal, mas ele está protegido por uma casca. A fábrica passa então a limpar o ar, em vez de poluí-lo com fumaça, revelando o céu azul e o sol brilhando sobre Metropolis.
Quando os raios solares atingem os invasores, vários deles se dissolvem. J'onzz se liberta do Império e arrasta-o para a luz do sol, que começa a destruí-lo. Ele pergunta se eles vivem escondidos porque sua pele podre se queima sob o sol, enquanto o Império agoniza. Batman começa a libertar seus colegas enquanto explica que os invasores não resistem à radiação dos raios ultravioletas. Superman lembra que sua visão de calor também é composta por esses raios e a usa para se libertar. Diana diz ao Batman que ele realmente achou a fraqueza dos invasores. Os invasores tentam revidar atacando os heróis, mas todos são libertos e se defendem. Os voadores começam a abrir rombos nas paredes da fábrica, o que faz com que vários dos alienígenas sejam dissolvidos pela luz solar. Enquanto isso, o Império consegue se livrar do marciano e foge para sua nave, jogando o falso Carter para a morte. Diana percebe a fuga, e com seu laço ancora a nave do Império. Ela é atingida por um disparo, mas a Mulher-Gavião voa atrás da nave e as duas impedem a fuga. Shayera destrói a nave com sua maça, derrubando-a sobre a fábrica. Os heróis fogem de dentro da estrutura que está desabando, levando consigo várias pessoas que também eram prisioneiras dos invasores. Quando eles finalmente conseguem sair, a fábrica explode, no momento em que a nave maior que trouxe o Império foge para o espaço, e os heróis assistem enquanto o ar fica mais limpo.
O repórter Snapper Carr conta que Superman e os outros ajudaram a espantar o restante dos invasores ao redor do mundo. Entrevistado, um militar diz que o planeta teve sorte, e questiona o que fazer caso os invasores retornem, o que faz o Batman pensar no assunto, na Batcaverna. Tempos depois, já no satélite de vigilância, Superman se diz impressionado com a torre. Batman explica que o satélite foi construído como um item camuflado no orçamento de pesquisa de suas empresas, e que ele servirá como um alerta para detectar outras invasões espaciais. Quando todos se reúnem, o Lanterna Verde pergunta por que eles estão ali. Superman diz que se enganou ao imaginar que poderia salvar o mundo sozinho, que o trabalho em equipe salvou o planeta, e que agora ele acredita que eles deve trabalhar juntos em uma equipe, como uma força da paz. O Flash pergunta se eles serão um bando de "super-amigos", e o Superman responde que prefere Liga da Justiça. O Flash acha cafona, mas concorda com a idéia, no que é imitado pelos demais, exceto o Batman, que diz que não é muito sociável, por isso vai ajudar apenas quando necessário.
Diana nota que J'onzz não está com eles, e resolvem procurá-lo. Superman o encontra e pergunta se está tudo bem. Ele explica que sua família e entes queridos morreram a muito tempo, e ele é o último de sua raça. Superman diz que sabe como ele se sente. J'onzz lamenta que Marte está morto, mas Superman diz que seria uma honra se ele considerasse a Terra como seu novo lar, levando-o para junto dos demais. E assim começa a aventura!
Crononologia: apesar de salvar a Liga em diversas ocasiões, provando que um homem obstinado pode ser tão ou mais valioso numa equipe do que alguém com superpoderes, Batman realmente não se tornou um membro regular na equipe. Como no episódio "Pânico nos Céus" ("Panic in the Sky"), da 2ª temporada de Liga da Justiça Sem Limites, em que a Liga resolve se entregar ao Projeto Cadmus, mas o morcegão se recusa a se juntar a eles. "Sou apenas um membro esporádico, esqueceram?", pergunta ele, antes de de desligar abruptamente a comunicação.
Enquanto isso, nos quadrinhos: a trama de Origens Secretas tem alguns pontos em comum com o incrível arco de histórias "Nova Ordem Mundial", do escritor escocês maluco Grant Morrisson. Na história, a Terra é invadida por um grupo de marcianos brancos, que ao contrário dos verdinhos são guerreiros natos. Os invasores conseguem dominar praticamente todos os heróis, exceto o Batman. O morcegão descobre o segredo dos invasores e os derrota um a um, usando sua única fraqueza: o fogo. Essa história surpreendente, que levou a Liga da Justiça de volta ao seu devido lugar de destaque nos quadrinhos, foi republicada recentemente pela Panini, e pode ser encontrada no Submarino.
Próximo episódio: "Na noite mais escura, parte 1".
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