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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

A prova irrefutável de que o LHC é inofensivo

Sabe o LHC, o super-acelerador de partículas que o CERN, um instituto de pesquisas europeu, conustruiu entre a França e a Suíça? Aquele que só apareceu na mídia "normal" a alguns dias mas que já era conhecido no meio científico a anos (veja essa matéria da Superinteressante de agosto de 1999 que já falava sobre ele)? Apesar dos protestos de pessoas com medo do aparelho, ele foi ligado sem provocar o final dos tempos, ainda que não esteja completamente operacional. E aí embaixo está a prova definitiva de que nada de errado pode acontecer:

"13,8 bilhões de anos atrás, alguns segundos antes da criação do nosso universo...
- Tudo pronto. Vamos ligar esse Grande Acelerador de Partículas Hadron e ver o que acontece!"

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quarta-feira, 16 de abril de 2008

Especial "30 Maiores Mistérios da Ciência" disponível online

A revista Superinteressante liberou todo o conteúdo de sua nova edição especial, "30 Maiores Mistérios da Ciência", gratuitamente, pela internet. Acesse aqui.

O especial aparece com a marca "Sapiens", excelente revista que teve quatro edições de pura hard science e depois sumiu das bancas. Sinto falta dela. Na minha opinião, esse é o tipo de ciência que mais prova a existência de Deus. Por exemplo, na matéria "O que existia antes do Big-Bang?", o cientista entrevistado reconhece que simplesmente não sabe o que havia antes do Big-Bang. Ou seja, a ciência sempre acaba chegando a um limite em que só a fé pode explicar certos fenômenos. O que (ou melhor, quem) existia antes do Big-Bang era, é e para sempre será, Deus.

Muitos estudiosos ateus gostam de explicar o surgimento do universo, da terra e da vida como se tudo não tivesse passado de uma espetacular coincidência. Sinceramente, é nisso que vêem lógica? Eu sou programador. Crio softwares que executam apenas as instruções que eu inseri no código fonte. Como um programa poderia se criar sozinho? Como um site criado por mim poderia evoluir sem que eu desse a ele a capacidade para isso?

Por isso, eu acredito que a ciência nada mais faz do que provar a grandeza da obra divina, ao mostrar a complexidade dos processos envolvidos no que chamamos simplesmente de Criação.

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

2008M: a supernova brasileira

Em 1997, a astrônoma brasileira Duilia de Mello (do blog Mulher das Estrelas), descobriu a supernova SN1997D, quando ainda era bolsista do CNPq. Atualmente ela trabalha para a Nasa. A segunda supernova brasileira (pelo que pude apurar, por favor me corrija se eu estiver errado) foi descoberta no último dia 15 por Carlos Colesanti, Cristóvão Jacques, Eduardo Pimentel e Tasso Napoleão e foi feita no Observatório CEAMIG-REA em Belo Horizonte. Ela recebeu a denominação 2008M, porque foi a 13ª supernova descoberta em 2008 (a letra M é a 13ª do alfabeto).

A SN1997D, a quarta de 1997, foi descoberta em 14 de janeiro. E em 15 de janeiro de 2008 já estava sendo descoberta a 13ª do ano. Será que as supernovas estão explodindo cada vez em número maior? Então, será que o mundo não será destruído por um asteróide gigante, mas por uma explosão gigante? Que nada...

A tecnologia atual permite uma identificação mais fácil de corpos celestes como as supernovas. Por isso o número maior de descobertas a cada ano. De qualquer forma, parabéns aos cientistas brasileiros, que a cada dia destacam-se mais no cenário mundial, a despeito da falta de apoio e reconhecimento que lhes falta no Brasil. E não só do governo, mas de todos nós.

Ah sim, a imagem acima mostra a 2008M, indicada pela linha vermelha. Ela fica na periferia da galáxia ESO 121-G 026, a pouco mais de cem milhões de anos-luz da Terra.

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Infográfico animado mostra o núcleo dos planetas

No site da Superinteressante (www.superinteressante.com.br) foi disponibilizado um infográfico animado que mostra o que os cientistas acreditam formar o núcleo de cada um dos oito planetas do nosso sistema solar. As simulações foram feitas com base nos dados de sondas espaciais e telescópios. No caso do núcleo da Terra os dados são reais, já que esse é único planeta já estudado presencialmente. O vídeo tem 5 minutos imperdíveis, confira aqui.

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