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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Uma cura num sábado

Certo sábado, Jesus estava ensinando numa sinagoga. E chegou ali uma mulher que fazia dezoito anos que estava doente, por causa de um espírito mau. Ela andava encurvada e não conseguia se endireitar. Quando Jesus a viu, ele a chamou e disse: - Mulher, você está curada. Aí pôs as mãos sobre ela, e ela logo se endireitou e começou a louvar a Deus. Mas o chefe da sinagoga ficou zangado porque Jesus havia feito uma cura no sábado. Por isso disse ao povo: - Há seis dias para trabalhar. Pois venham nesses dias para serem curados, mas, no sábado, não! Então o Senhor respondeu: - Hipócritas! No sábado, qualquer um de vocês vai à estrebaria e desamarra o seu boi ou o seu jumento a fim de levá-lo para beber água. E agora está aqui uma descendente de Abraão que Satanás prendeu durante dezoito anos. Por que é que no sábado ela não devia ficar livre dessa doença? Os inimigos de Jesus ficaram envergonhados com essa re sposta, mas toda a multidão ficou alegre com as coisas maravilhosas que ele fazia.

Lucas 13.10-17

Extraído do boletim diário da Sociedade Bíblica do Brasil

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Mickey Mouse recebe o Hulk na Disney

A notícia da semana (ou da década?) no mundo do entretenimento é a compra da Marvel pela Disney. Não vou entrar em detalhes, já foi bastante divulgado em todas as mídias (no SBT, mostraram imagens do Batman e do Superman pra ilustrar a matéria... argh!!). Garanto que nenhum fã de ambas as casas precisa se preocupar. A Disney sabe o produto que comprou, e com certeza está ciente de que mudar a cara da Marvel seria um suicídio empresarial.

O melhor indício de que tudo continuará como está, com tendência a melhorar, é o relacionamento entre os principais concorrente de ambas: a Warner, a casa do Pernalonga, também é a dona DC. Apesar disso, a DC funciona praticamente independente do restante da empresa. Aliás, ter um estúdio desses por trás é que o explica a DC ter tido muitos mais produções de sucesso para TV, entre desenhos animados e séries, do que a Marvel. Obviamente, esse sucesso não se estendeu (ainda) para o cinema, com o banho da Marvel na última década, a despeito dos filmes do Superman do Richard Donner e do Batman de Christopher Nolan terem sido sucessos mundiais.

Enquanto isso, aqui no Brasil, essa compra pode sim ter consequências nos quadrinhos. A Panini Itália é quem licencia os quadrinhos da Casa das Idéias no mundo todo. Porém, a Disney nunca deu muita bola para seus quadrinhos, preferindo sempre licenciar a produção para outras empresas. Quem cuida dos quadrinhos Disney na terra da bota é a Mondadori, rival da Panini, a mais de 70 anos. No Brasil, a Disney já está com a editora Abril a quase 60 anos, e nesse período até já chegou a produzir bastante material por aqui mesmo. O que pode acontecer? A Disney pode acabar indo parar nas mãos da Panini, no mundo inteiro. Porém o mais provável é que a Disney queira entregar os heróis "maravilha" para os seus parceiros tradicionais, e a Marvel pode sim voltar para a editora Abril, onde tenho certeza que serão muito bem tratados. Afinal, não estamos mais na década de 1980, né?

Em alguns meses, todas essas questões com certeza já estarão esclarecidas. Mas enquanto nada muda, não são poucas as piadas surgidas da situação. A melhor, na minha opinião, é essa charge do Maurício Ricardo:


E você, o que achou de tudo isso? Deixe sua opinião aí nos comentários!

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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Os empregados alertas

E Jesus disse ainda: - Fiquem preparados para tudo: estejam com a roupa bem presa com o cinto e conservem as lamparinas acesas. Sejam como os empregados que esperam pelo patrão, que vai voltar da festa de casamento. Logo que ele bate na porta, os empregados vão abrir. Felizes aqueles empregados que o patrão encontra acordados e preparados! Eu afirmo a vocês que isto é verdade: o próprio patrão se preparará para servi-los, mandará que se sentem à mesa e ele mesmo os servirá. Eles serão felizes se o patrão os encontrar alertas, mesmo que chegue à meia-noite ou até mais tarde. Lembrem disto: se o dono da casa soubesse a que hora o ladrão viria, não o deixaria arrombar a sua casa. Vocês, também, fiquem alertas, porque o Filho do Homem vai chegar quando não estiverem esperando.

Lucas 12.35-40

Extraído do boletim diário da Sociedade Bíblica do Brasil

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GP da Bélgica 2009

A corrida belga mais surpreendente da década é a melhor descrição para a disputa desse final de semana. Começando pelo resultado absolutamente inusitado do treino classificatório, que teve Giancarlo Fisichella, da Force India, como pole position. E passando por algo que a bela prova, cheia de disputas aguerridas e muitas ultrapassagens, acabou por esconder: pela primeira vez em muitos anos, a chuva não apareceu para mudar o resultado da prova!

O treino classificatório, no sábado, começou aparentemente normal, levando-se em consideração as últimas provas disputadas. Tudo levava a crer que Hamilton novamente conquistaria a pole, disputando com a Red Bull e talvez a Brawn do Barrichello. O Q1 eliminou os pilotos "de sempre", exceto pelas duas Force India, que passaram ao Q2 com facilidade. E foi aí que tudo ficou, digamos, diferente. Nada menos que Kovalainen, Hamilton, Button e Alonso foram eliminados nessa fase, juntamente com a segunda Force India, do Sutil. Isso mesmo, a outra, do Fisichella, já conseguia a façanha de passar para o Q1. O feito até que não foi inédito, o Sutil já tinha feito isso esse ano, mas somando-se ao batalhão de maiorais extirpados, que incluiu as duas McLarens, o líder do campeonato e o único bi-campeão em atividade, foi uma baita surpresa.

Então parecia não haver mais nenhuma surpresa reservada para o Q3, todas pareciam ter sido gastas no Q1 e Q2. A pole deveria ficar com Barrichello ou uma das Red Bulls, ou ainda com a ascendente Ferrari do Raikkonen, ou até com uma Toyota, que mostrou bons resultados nos treinos livres. Mas Fisichella, aparentemente disposto a mostrar serviço para a Ferrari, agora que é um dos candidatos a substituto do Massa, fez o melhor tempo no finalzinho. Trulli foi o 2º, com Heidfeld, outra surpresa, em 3º, e Barrichello em 4º. Com esse grid, a corrida prometia bons resultados ao brasileiro, que poderia tirar mais pontos do Button, e para Raikkonen, em 6º, sem grandes adversários à frente exceto o Barrichello.

Mas a corrida não aconteceu de forma alguma como era esperado. Mais uma vez com problemas de câmbio, Barrichello só conseguiu largar após ser ultrapassado por todos, caindo para último lugar. Fisichella largou muito bem e manteve-se em primeiro, perseguido de perto por um esperto Raikkonen, que aproveitou-se do problema do Barrichello para subir cinco posições. Lá atrás, um acidente tirava precocemente da corrida Button, Hamilton, Grosjean e Alguersuari, provocando a entrada do safety car. O que acabou ajudando o Barrichello, que foi aos boxes, lotou o tanque de combustível e livrou-se dos pneus macios de uma vez por todas, já que o seu carro não tinha um bom desempenho com esse composto.

Enquanto isso, lá na frente, Raikkonen aproveitou-se do KERS para ultrapassar o Fisichella e assumir definitivamente a ponta. Apesar de passar com certa tranquilidade, ele não teve vida fácil daí em diante, pois Fisichella levou sua Force India ao limite o tempo todo, mantendo-se a corrida inteira bastante próximo do ferrarista, e inclusive com algumas tentativas tímidas de ultrapassagem. O único que parecia capaz de tirar a vitória dos dois era Alonso, que com uma estratégia de apenas uma parada nos boxes subiu rapidamente ao 3º lugar. Mas ao fazer seu pit stop ele teve novamente o problema no encaixe da roda dianteira esquerda, e acabou abandonando.

Permanecendo bastante tempo na pista antes do seu segundo pit stop, Barrichello conseguiu alcançar, e assegurar, o 7º lugar. A partir daí, a corrida estabilizou, sem grandes mudanças. Barrichello ainda tentou passar o Kovalainen, o 6º, mas motor do seu carro começou a soltar fumaça e óleo na pista, ameaçando estourar. Para poupar o equipamento e garantir a posição, ele precisou tirar o pé, mas prestando atenção no Rosberg, que vinha logo atrás louco por esse pontinho a mais. Raikkonen levou a Ferrari à sua primeira vitória na temporada, feito menor comparado ao do Fisichella, com a primeira pole, primeiros pontos e primeiro pódio da Force India. Vettel completou o trio do pódio, e foi o melhor beneficiado na corrida em relação ao campeonato, assumindo a 3ª posição. Para Barrichello, o resultado foi de pouco prejuízo: marcou apenas dois pontos, mas como Button não marcou nada a diferença caiu mais um pouco, para 16 pontos. Confira o resultado final da prova:

1º Kimi Räikkönen
2º Giancarlo Fisichella
3º Sebastian Vettel
4º Robert Kubica
5º Nick Heidfeld
6º Heikki Kovalainen
7º Rubens Barrichello
8º Nico Rosberg
9º Mark Webber
10º Timo Glock
11º Adrian Sutil
12º Sebastien Buemi
13º Kazuki Nakajima
14º Luca Badoer
Ret Fernando Alonso
Ret Jarno Trulli
Ret Jenson Button
Ret Romain Grosjean
Ret Lewis Hamilton
Ret Jaime Alguersuari

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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Dossiê Liga da Justiça: Inimigo submarino, parte 2

Episódio 7, 1ª temporada
Traído e condenado a morte juntamente com seu filho pelo próprio irmão, Aquaman consegue escapar e salvar o bebê, mas não totalmente ileso. Ele se junta à Liga para frustrar os planos de Orm, que pretende inundar a superfície da Terra usando um reator nuclear para derreter a calota polar.

Onde comprar: Submarino
Onde baixar: Rapidshare parte 1 e parte 2 | MegaUpload parte 1 e parte 2 (formato AVI, dublado. Compactado e dividido em duas partes com o WinRar, use-o para descompactar).

Resumo do episódio (com spoilers): Na sala do trono atlante, Orm acusa o Aquaman de trair o seu povo, no que é apoiado pelo comandante das tropas. Ele se revolta e derruba os soldados que tentavam prendê-lo, mas é subjugado por Orm. Enquanto ele é preso, Orm ordena ao general que prepare as tropas. Mera entra e pergunta a Orm se é verdade que o Aquaman voltou, mas ele mente para ela, dizendo ser apenas um boato. Ela se desespera, e ele tenta consolá-la dizendo que protegerá a ela e ao filho dela. Ao perceber o que ele pode ter feito, ela corre para procurar o bebê no berço, mas descobre que ele não está mais lá. Orm diz que o bebê não sofrerá nenhum mal, se ela cooperar, e acrescenta que está fazendo o melhor para Atlantis.

A Liga volta à Atlantis, mas são recebidos a tiros. Eles tentam dialogar, dizendo que têm uma mensagem para o Aquaman, mas o general manda destruí-los. Eles se denfendem e derrotam os atlantes, mas quando estão quase conseguindo chegar à cidade são atacados e derrubados por "cargas de profundidade". Eles acordam na sala do trono atlante com aparelhos que inibem os seus poderes e habilidades. Eles perguntam pelo Aquaman
, e Orm diz pensar que os habitantes da superfície tivessem matado ele. Superman responde que vieram avisá-lo de um c
omplô atlante contra o rei. Mera, assistindo de longe, surpreende-se. Orm acusa os heróis de cometer um ato de guerra, e os condena a morte, prometendo em seguida limpar a superfície. Os quatro, Mulher-Maravilha, Superman, Lanterna Verde e J'onn J'onzz são colocados numa cela que começa a encher-se de água. Diana pergunta ao marciano se ele pode se libertar das algemas, mas ele diz que não consegue se concentrar, assim como o Lanterna. Até o Superman parece incapaz de impedir que todos se afoguem.

O comandante informa a Orm que as tropas estão prontas, e ele diz para prosseguirem enquanto ele cuidará de assuntos inacabados. Mera mais uma vez assiste de longe, e sai depressa. Ela vai até a cela de execução, onde os heróis já estão submersos, e ataca os soldados que os guardam, derrubando-os de surpresa. Em seguida ela salva a Liga, esvazi
ando a cela, e os liberta das algemas. Diana agradece e pergunta porque ela os libertou. Ela explica que alguém em Atlantis traiu o rei, e ela teme pela vida dele. Eles prometem ajudá-la.

Acorrentado ao lado de uma fossa termal, o Aquaman tenta se libertar quando seu irmão traidor chega. O Aquaman diz que matá-lo não fará de Orm o rei, e ele reponde que sabe disso, e tem a solução: ele trouxe o filho do Aquaman. Enquanto procuram o rei pelas belas ruas de Atlantis, a Liga e a rainha Mera são novamente atacados por soldados. Eles livram-se dos atacantes e continuam sua busca. De volta ao Aquaman, Orm diz que o bebê será mais uma vítima dos seres da superfície. Ele espeta um punhal na rocha e pendura o bebê, diz que está atrasado para vingar a morte dos dois e sai, mas não sem antes atingir a rocha com um disparo do tridente, provocando uma reação em cadeia na lava da fossa termal. A pedra onde o rei e seu filho estão presos começa a cair direto na fossa, e com esforço o Aquaman consegue libertar o braço direito. Usando a fivela do cinto (aquela em formato de "A" estilizado), ele tenta soltar a corrente da rocha. Percebendo que não tem mais tempo, ele aponta a fivela afiada para o próprio punho...

Na sala do trono, os heróis dizem a uma desconsolada Mera que não conseguiram encontrar o Aquaman. Mas eis que o próprio aparece, com o bebê no colo. Mera corre até ele e o abraça, e ele lhe entrega o bebê. Só então ela percebe o braço esquerdo, com a mão decepada. Ela se assusta, mas ele só quer saber onde está Orm. Enquanto um cirurgião maneja um maçarico no braço do Aquaman, os heróis admiram que ele tenha feito isso com a própria mão. O Lanterna lembra que disse que ele era louco, mas Mera questiona se é loucura sacrificar tudo por alguém que se ama. O Batman fala com eles pelo comunicador, informando que a situação se agravou no Polo Norte, onde a temperatura sobe rapidamente. Eles resolvem ir verificar, mas Diana pergunta sobre a crise em Atlantis. O Aquaman diz que os dois fatos podem estar relacionados. Quando Superman pede explicações, o Aquaman explica que a causa deve ser um reator termal, projetado pelos atlantes para derreter a calota polar, construído, segundo ele, como um último recurso para proteger seu reino dos habitantes da superfície. Eles concluem que Orm usou o plutônio do submarino (afundado no episódio anterior, lembra?) para ativar o reator. Superman diz que ele precisa ser detido, e começa a sair no momento em que a cirurgia termina. O Aquaman exibe um gancho afiado no lugar da mão, e diz que Orm será detido, e ele cuidará disso pessoalmente.

Aquaman nada até o Polo Norte, e é seguido pelos heróis da Liga, que dizem querer ajudar. Ele responde que a luta é dele e ele não quer ajuda, mas Superman insiste. Nesse momento uma enorme nave de guerra atlante aparece e os soldados atacam o grupo. Enquanto eles lutam, Batman sobrevoa uma parte da calota polar que já está derretendo. Ele avisa ao Superman, que responde que eles estão ocupados, pois a luta contra os atlantes continua, com vantagem para os heróis. Até uma baleia ajuda na briga, o que deixa o Lanterna Verde admirado. O Superman diz para o Lanterna seguir o Aquaman, que saiu embaixo d'água com a baleia, enquanto ele e os outros seguram os atlantes.

Enquanto o Lanterna o segue, Aquaman atravessa uma espessa camada de gelo próximo ao reator que está derretendo a calota polar. Ele entra na montanha de gelo, e quando encontra o aparelho é atacado por seu irmão, Orm. Mas quando Orm começa o seu discurso de vilão e vai desferir o golpe fatal, Aquaman revida, e eles começam a lutar. Do lado de fora da montanha de gelo, o Batman e o Lanterna chegam para tentar desligar o reator. O Batman diz que precisam desligá-lo rápido, ou a humanidade estaria condenada. O Lanterna pergunta se não é hora de lembrar que ele avisou.

Quando o Aquaman derrota Orm, dizendo que acabou, Orm concorda, mas diz que ele perdeu, e atira no aparelho, tornando impossível desligá-lo. Eles voltam a lutar enquanto o Batman e o Lanterna correm para o reator. Enquanto Orm acredita ter conseguido derrotar o Aquaman derrubando-o em um precipício, o Batman diz que terá que entrar no aparelho. Ele pergunta se o anel do Lanterna pode protegê-lo, e o Lanterna responde envolvendo-o em uma aura verde. O Batman entra no aparelho, enquanto Aquaman se esquiva dos ataques de Orm. Quando percebe o que os heróis estão fazendo, Orm se distrai atacando o Lanterna, e o Aquaman aproveita para saltar sobre ele e reiniciar a luta.

Eles caem lutando sobre uma frágil ponte de gelo. Ao atacar o Aquaman com um punhal, e acusando-o de não merecer a coroa por ser fraco e covarde, a ponte quebra e Orm fica pendurado pelos dedos no gelo escorregadio. Ele implora pela ajuda do irmão, mas, frio como o gelo que os cerca, Aquaman pega o tridente que estava fincado perto de Orm, dizendo que pertence a ele, e assiste calmamente ao seu irmão despencar no abismo para a morte certa. Após ver o irmão sumir na escuridão, o Aquaman volta ao aparelho, a tempo de ver o Batman finalmente conseguindo desligá-lo.

De volta à sala do trono de Atlantis, o comandante e os soldados leais a Orm tentam se explicar, mas Aquaman manda tirá-los de sua presença. Ele se lamenta afirmando que só tem a si mesmo a culpar, pois o medo dos seres da superfície o teria impedido de enxergar a pessoa certa a temer, e isso lhe custou caro: ele levanta o braço esquerdo, mostrando a lâmina no lugar da mão amputada. O Lanterna diz pra ele não se culpar tanto, pois foi tudo um mal entendido. Ele concorda, e completa dizendo que tudo o que sempre quis foi paz e segurança para Atlantis. O Superman fala que depois dos acontecimentos não será tão fácil, e ele responde que sabe, mas completa dizendo que certos sacrifícios valem a pena, olhando para sua esposa e filho, que dorme serenamente.

Enquanto isso, nos quadrinhos: como falei no post anterior, tudo no Aquaman do desenho é mais interessante do que o dos quadrinhos. Inclusive a perda de sua mão esquerda: nos quadrinhos, numa luta, um vilão segurou o braço dele dentro de um rio enquanto piranhas devoravam a mão. Ué, mas o Aquaman não é amigo e inclusive consegue se comunicar com os seres aquáticos? Tosco!

Próximo episódio: "Paraíso perdido, parte 1".

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